A justiça decidiu arquivar o processo contra Elize Matsunaga após apresentação de documentos falsos no interior de São Paulo. A mulher cumpre pena em regime aberto desde ano passado. Condenada por esquartejar e matar seu marido, o empresário do grupo Yoki Marcos Matsunaga, em 2012, a mulher foi condenada a 16 anos e 3 meses de prisão.
Justiça arquiva processo contra Elize Matsunaga
A justiça decidiu arquivar o processo contra Elize Matsunaga após apresentação de documentos falsos no interior de São Paulo. Saiba mais!
Elize se encontra cumprindo a pena em liberdade condicional desde maio de 2022 e vive em Franca, no interior de SP. Em fevereiro deste ano, a Polícia Civil recebeu denúncias de que ela estaria apresentando um atestado de antecedentes criminais falsificado em outra cidade da região.
Desdobramentos do caso que ocorreu em Sorocaba – SP
A mulher estaria tentando usar um documento falso entrar em um condomínio para prestação de serviços, no bairro Wanel Ville, em Sorocaba, interior de São Paulo. No entanto, houve a identificação e a denúncia do fato.
Durante a perícia, os dois atestados utilizados foram apreendidos pela Polícia e ela, chamada para depor. De acordo com o delegado responsável, ela estava há 2 meses em na cidade e trabalhava com supervisão de uma empresa de tinturas.
O Ministério Público declarou que o documento utilizado por Elize não é lesivo, ou seja, não pode enganar, uma vez que ela apresentou uma cópia do documento original, com péssima impressão e um erro na data de nascimento.
Então, ao decidir arquivar o caso, a Promotoria alegou “crime impossível por ineficácia absoluta do meio empregado”. A defesa não se manifestou sobre o caso.
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Após cometer os crimes, a mulher foi presa em 2012. Nesse sentido, sua soltura veio apenas 10 anos mais tarde, em 2022, por meio de um recurso feito por sua defesa, concedido pelo Departamento Estadual de Execução Criminal da 9ª Região Administrativa Judiciária.
Ela cumpre o restante da sentença em liberdade condicional, tendo que informar à Justiça sua ocupação e endereço. A previsão inicial para que ela deixasse a prisão seria apenas em 2028, porém, ela trabalhou em regime semiaberto para diminuir a pena. O ofício era de costureira, e ela ganhava salário e tinha direito a saídas temporárias.
Imagem: Divulgação/Netflix
