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Lula discorda de previsões econômicas para o Brasil

Em reunião com os ministros do Brasil, o presidente Lula discordou de algumas previsões econômicas e apontou alguns índices. Confira.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
presidente Lula sentado em mesa durante reunião com os ministros do Brasil

Hoje (03), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva esteve na terceira reunião ampliada com ministros. Na ocasião, o presidente destacou que discorda das previsões econômicas para o Brasil. De acordo com o presidente, as previsões atuais são pessimistas. 

Na reunião, Lula ainda disse que a economia micro, pequena e média vão apresentar um crescimento. Isso porque haverá mais compras, produções e vendas. Dessa maneira, o presidente aposta em um verdadeiro salto econômico no país. 

Em seu argumento, o presidente destaca também que disposição do governo é fundamental para que as altas expectativas sejam alcançadas. Além disso, a discordância de Lula vem acompanhada da previsão de alguns índices, confira a seguir!

Quais são as previsões dos índices, segundo Lula?

Alguns especialistas preveem um crescimento econômico de apenas 0,9%. É exatamente dessa média que o presidente discorda. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, prevê que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá, pelo menos, 1,6%. 

O Relatório de Inflação, elaborado pelo Banco Central do Brasil, indica que o crescimento do PIB será de 1,2%. Já o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) prevê menos dois pontos percentuais no crescimento do PIB de 2023, ou seja, 1,4%. 

Para atingir a expectativa dos índices, é necessário que os órgãos da produção e da economia brasileira estejam dispostos. Em suma, o crescimento do país implica diretamente na geração de emprego e no impulsionamento de investimentos. 

Nesse sentido, Lula afirma que como resultado haverá mais consumo do povo e, consequentemente, a economia voltará ao seu funcionamento ideal. Em decorrência disso, a expectativa da maioria será mais otimista. 

Quais políticas podem ajudar no crescimento do país?

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Um exemplo de impulsionamento na geração de empregos é o acordo entre o Governo Federal e a rede do Carrefour. Neste acordo os inscritos no CadÚnico ganham oportunidade de trabalho em uma grande empresa.

Além disso, medidas de fomento ao empreendedorismo também são aliadas para o crescimento da economia. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, dispõe de empréstimos destinados a Microempreendedores Individuais (MEI); desse modo, há investimento nos seus negócios.

Ademais, de acordo com o mestre em Economia do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV IBRE), Daniel Duque, estima-se que os benefícios extras do Bolsa Família tirem cerca de 3 milhões de brasileiros da situação de extrema pobreza. 

Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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