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Lula paga até R$ 75 a mais para servidores do INSS que ajudarem a acabar com filas de atendimento; saiba como

Governo irá criar novo programa para diminuir a fila do INSS. Veja como servidores e beneficiários serão atendidos.

Guilherme TabosaPor Guilherme Tabosa2 min de leitura
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Um dos principais problemas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é referente à fila de atendimento. O Ministério da Previdência Social criou um dispositivo que alertou sobre a gravidade do problema. O Portal da Transparência apontou que o prazo para o segurado ser atendido ultrapassou 180 dias, e em alguns casos, o tempo de espera chegou a um ano.

Diante desse cenário, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), decidiu criar um novo recurso que busca diminuir a fila e ainda beneficiar servidores do Instituto. Segundo a CNN, a novidade deve ser lançada em breve.

Novo programa do INSS

Nos próximos dias, o presidente vai criar uma Medida Provisória (MP) para a implementação do Programa de Enfrentamento à Fila da Previdência Social. Ele irá instituir que servidores públicos recebam uma espécie de bonificação, ao concordar em analisar novos requerimentos e, assim, realizar mais perícias médicas. A expectativa é que a fila do INSS seja diminuída.

O valor destinado aos servidores será de R$ 68, a cada análise adicional, e R$ 75 por perícia médica adicional. Com o novo recurso, o Governo Federal estipulou um prazo de 45 dias para analisar e responder os pedidos. A lei determina que, no caso das aposentadorias, o prazo máximo pode ser de 90 dias. Já para benefícios por incapacidade de trabalho, o limite é de 45 dias. Os segurados ainda podem entrar na Justiça caso não sejam atendidos.

Crise no Instituto

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A fila do INSS continua crescendo. No final do ano passado, eram mais de 900 mil pessoas à espera de uma resposta para seus casos. Atualmente, 1,8 milhões de cidadãos estão aguardando análise de seus requerimentos.

A parte institucional também apresenta problemas. O portal Metrópoles apontou que o ex-presidente do Instituto, André Wamburg, utilizava recursos públicos para fazer viagens particulares. Após as denúncias, ele foi substituído por Alessandro Sefanutto.

Imagem: rafastockbr/ Shutterstock.com

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Guilherme Tabosa

Autor

Guilherme Tabosa

Cursando o 6º semestre de Jornalismo na UNI7. Apaixonado por escrever, esporte e surfe.

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