Em sua terceira viagem internacional desde que assumiu a presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vai viajar para os Estados Unidos (EUA), nesta quinta-feira (9), com o objetivo de se encontrar com o presidente do país, Joe Biden.
Lula viaja para os Estados Unidos para encontro com Biden
Nesta quinta-feira (9), Lula viaja para os Estados Unidos para encontrar Joe Biden e comentar relações entre os dois países. Saiba mais!
As informações foram divulgadas por Lula e pelo Ministério das Relações Exteriores, na manhã desta quinta-feira (9). O encontro entre os líderes dos dois países deve acontecer nesta sexta-feira (10) à tarde, na Casa Branca, localizada em Washington.
Lula comenta encontro com Biden
Em suas redes sociais, o chefe do Executivo comentou o encontro, destacando que espera que o Brasil construa relações sólidas com os Estados Unidos para que ambos os países cresçam.
Lula ainda afirmou que espera que os líderes dos dois países possam fomentar discussões em prol da paz mundial e agir contra a disseminação de notícias falsas.
Além disso, o encontro é esperado com ansiedade por investidores e por membros do cenário político, considerando as condições que os parlamentares tomaram posse este ano.
Além de terem derrotado nas urnas adversários comumente associados à extrema-direita, ambos tomaram posse em condições semelhantes.
Assim como Biden, que assumiu pouco tempo depois do capitólio ser invadido por manifestantes pró-Trump, a semana posterior a posse de Lula foi marcada pela invasão ao Palácio do Planalto, em 8 de janeiro.
Lula também é assunto no cenário econômico
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Recentemente, Lula ganhou os noticiários econômicos devido a farpas trocadas entre o Banco Central (BC) e o atual presidente.
Além de ter afirmado ser contra a política monetária adotada pelo órgão regulador, na última quarta-feira (8), o chefe do Executivo reclamou das críticas que recebeu do mercado financeiro.
Em suma, Lula afirmou que as pessoas o cobram como se precisasse pedir ao mercado autorização para governar, destacando, ainda, que eles precisam adotar uma narrativa de política monetária diferente do mercado.
Imagens: Tomaz Silva/Agência Brasil e lev radin/shutterstock.com
