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Mais de 120 mil ações são movidas contra o Minha Casa, Minha Vida; entenda o caso

Apesar do objetivo nobre, o Minha Casa, Minha Vida tem enfrentado uma onda crescente de processos judiciais. Entenda!

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Imagem de diversos imóveis em condomínio e a logo do programa Minha Casa, Minha vida no centro.

O programa “Minha Casa, Minha Vida”, que revolucionou a habitação no Brasil, tornou-se sinônimo de esperança para milhões de brasileiros que sonham com a casa própria. Assim, com o objetivo de proporcionar moradia digna a famílias de baixa renda, o programa já entregou milhões de unidades habitacionais por todo o país. 

Contudo, apesar de seu propósito nobre, o “Minha Casa, Minha Vida” tem enfrentado uma onda crescente de processos judiciais nos últimos anos. As milhares de ações judiciais denunciam uma série de falhas nas construções entregues. Entenda o que ocorreu. 

Processos contra o “Minha Casa, Minha Vida” chegam a mais de 120 mil

Ao todo, são mais de 120 mil ações movidas contra o “Minha Casa, Minha Vida”. O número saltou de apenas 13 em 2012, para 122 mil, no último ano, em 2022, de acordo com dados da Caixa Econômica Federal. Diante disso, a Corregedoria-Geral da Justiça Federal (CJF) fez uma recomendação às corregedorias e unidades judiciais nesta segunda-feira (15). 

Essa recomendação sugere que os tribunais sigam um padrão nos processos e nos laudos para investigar os problemas relatados. O juiz auxiliar da CJF, Erivaldo Ribeiro dos Santos, destacou que essa situação exige cooperação entre os tribunais e outras instituições, já que o programa “Minha Casa, Minha Vida” é uma política pública muito importante.

Programa passará por mudanças nos próximos meses 

O programa habitacional passará por mudanças após um pedido do Congresso Nacional. A expectativa é de que as prefeituras liderem o processo de qualificação de terrenos para que ocorra a construção das moradias. 

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Assim, o objetivo das alterações é minimizar o risco às empresas, que passarão a aguardar a aprovação final do projeto para comprar as áreas. As alterações preveem ainda, além de colocar as prefeituras à frente dos projetos, a aplicação de prioridade para a seleção de terrenos. 

Imagem: Leonardo Dantas Teixeira / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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