A Marisa, uma das principais varejistas do Brasil, anunciou na última segunda-feira, 15 de maio de 2023, sue balanço financeiro referente ao primeiro trimestre de 2023 (1T2023). Em meio aos resultados negativos, o CEO do grupo, João Nogueira Batista, fez questão de informar que está otimista.
Marisa se mostra otimista quanto a futuro da empresa; veja
Em meio à crise, CEO da Marisa indica que a varejista deve começar a recuperar-se ainda este ano. Saiba mais!
De acordo com Batista, em comunicado, as mudanças recentes realizadas pela diretoria podem causar impacto. Simultaneamente, ele informou que tais políticas devem passar a ser sentidas apenas no terceiro trimestre deste ano.
Assim, o CEO da Marisa indica que tais alterações servirão para reestruturar a empresa. Vale destacar que a varejista passou uma série de mudanças no início do ano, inclusive com a troca de presidente e renegociação de dívidas com instituições financeiras.
Perspectivas do CEO
O CEO fez questão de ressaltar que a Marisa vai encerrar, até o final do ano, 91 lojas. Além disso, somado a esse encerramento, houve outros cortes de gastos, que impactaram em uma redução de R$50 milhões em despesas. Ou seja, o processo de reestruturação do grupo está em curso.
Contudo, Batista indica que tais mudanças só devam ser sentidas no terceiro trimestre deste ano. Dessa forma, ele reforça que a Marisa deve ser reerguer, porém, será necessária paciência nesse processo de recuperação.
Crise na Marisa
Conforme apontado anteriormente, a gestão da Marisa informou, no início de 2023, que começou a negociar as dívidas de curto prazo do grupo. Segundo o balanço trimestral, existem R$395 milhões em passivos para os próximos 12 meses. No final de 2022, esse indicador apresentava uma dívida de R$470 milhões no curto prazo.
Nesse contexto, existe financiamento aberto com as seguintes instituições financeiras:
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- Caixa Econômica Federal;
- Banco Alfa;
- Banco Industrial;
- Daycoval;
- Safra;
- Bradesco;
- ABC.
Por fim, Batista fez questão de afirmar que o cenário atual não favorece a empresa, afinal os bancos “não têm dado crédito”. Portanto, a Marisa tem buscado fundos mais sofisticado para conseguir aporte financeiro.
Imagem: casa.da.photo / Shutterstock.com
