O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou Aloizio Mercadante para a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Lula confirma Mercadante como presidente do BNDES
Aloizio Mercadante foi coordenador do programa de governo petista durante a campanha eleitoral e dos grupos técnicos da equipe de transição.
O anúncio aconteceu nesta terça-feira (13) durante evento do fim dos trabalhos da equipe de transição, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília.
“Eu, Aloizio Mercadante, vi algumas críticas sobre você, sobre boatos que você vai ser presidente do BNDES. Eu quero dizer para vocês que não é mais boato, Aloizio Mercadante será presidente do BNDES”, disse o presidente eleito Lula.
Mercadante coordenou programa de governo de Lula na campanha e grupos técnicos da transição
Aloizio Mercadante foi coordenador do programa de governo petista durante a campanha eleitoral de Lula. Além disso, Mercadante coordenou ainda os grupos técnicos de trabalho da equipe de transição do governo eleito.
De acordo com Lula, o governo precisa de alguém que pense a respeito do desenvolvimento e industrialização do país.
“Nós estamos precisando de alguém que pense em desenvolvimento, de alguém que pense em reindustrializar este país, de alguém que pense em inovação tecnológica, de alguém que pense na geração de financiamento ao pequeno, ao grande, ao médio empresário, para que esse país volte a gerar empregos”, afirmou Lula durante o anúncio de Mercadante para o BNDES.
Mercado reagiu mal ao nome do ex-ministro para BNDES
Após rumores sobre de que o ex-ministro do governo de Dilma Rousseff seria o próximo a assumir o comando do BNDES, o mercado reagiu. Dessa forma, o Ibovespa registrou uma queda de 2,59% a 104.730 pontos por volta de 12h07.
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O nome de Mercadante para o BNDES preocupa o mercado. A relação do ex-ministro com a problematização política e econômica do governo Dilma é o principal fator para desconfiança.
A figura de Mercadante é vista com resistência pelos investidores que enxergam o político como um enfraquecimento às regras fiscais.
Imagem: Flickr / Casa Civil
