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Motoristas de Uber, de 99 e entregadores do iFood PRECISAM saber disso para sua própria segurança

Clique aqui para entender porque é importante para motoristas de Uber, de 99 e entregadores ficarem atentos a esse ponto!

Ana LuisaPor Ana Luisa2 min de leitura
Miniatura de carro e celular com logo do uber em cima de um mapa

Motoristas de Uber, de 99 e entregadores de aplicativos precisam ficar atentos às diferenças na forma de trabalho para garantirem a sua segurança e a da sua família. Principalmente no caso de acidentes e em relação à aposentadoria.

Os serviços por aplicativo popularizaram uma opção mais informal de serviço, no sentido de que não há registro na carteira de trabalho dos parceiros. Dessa forma, as pessoas se tornam responsáveis por fazer a sua própria contribuição para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Quando o trabalhador tem a carteira assinada, o seu empregador é responsável por recolher a parte do salário que vai para o INSS. Nesse sentido, como os motoristas de Uber, de 99 e entregadores não têm esse registro, eles devem procurar outras formas de contribuir para a autarquia.

Por que esses profissionais devem contribuir com o INSS?

Além de ser o responsável pela aposentadoria dos brasileiros, o INSS também oferece diversos benefícios para os seus segurados. Dessa forma, quando alguém não está contribuindo para a autarquia, a pessoa não pode requisitar receber alguns desses auxílios.

Por exemplo, em casos de acidente, os motoristas e entregadores que pagam o INSS têm direito ao auxílio-doença se precisarem ficar afastados da sua atividade profissional. Já quem não faz esse tipo de contribuição, ficará sem trabalhar e, consequentemente, sem uma fonte de renda.

Formas de contribuição para motoristas de Uber, de 99 e entregadores

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Esses trabalhadores podem escolher duas formas de contribuir com o INSS: como Contribuinte Individual ou como Microempreendedor Individual (MEI). Desse modo, eles precisam escolher o modelo que melhor atenda às suas necessidades e que se encaixe nos seus projetos.

No caso do MEI, eles conseguem um CNPJ, podem emitir notas fiscais e contribuem com 5% do salário mínimo. Assim, a aposentadoria também vai ser de um piso nacional. Já quem optar por ser Contribuinte Individual não terá direito a um CNPJ, mas pode pagar uma porcentagem maior e, com isso, aposentar com mais dinheiro. 

Imagem: Proxima Studio / shutterstock.com

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Ana Luisa

Autor

Ana Luisa

Jornalista formada na UFV e redatora

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