Na semana passada, o deputado José Guimarães, do Partido dos Trabalhadores (PT) do Ceará, fez um anúncio importante relacionado à reforma tributária.
Mudança no bolso do brasileiro à vista: reforma tributária deve ser votada no próximo dia 10
Em breve, a reforma tributária será votada na Câmara dos Deputados. O que pode mudar se ela for aprovada? Entenda agora!
De acordo com suas declarações, dentro de um mês, especificamente no dia 10 de julho, a Câmara dos Deputados realizará uma votação prioritária sobre essa medida.
O termo “prioridade absoluta” indica que a reforma tributária será tratada como uma questão de máxima importância na agenda legislativa. Nesse sentido, a votação é um assunto de grande relevância.
Isso porque ela busca promover mudanças significativas no sistema tributário brasileiro, com o objetivo de simplificar a cobrança de impostos, reduzir a burocracia e tornar o sistema mais justo e equilibrado. Para alcançar tal objetivo, a reforma tributária consiste na unificação dos impostos.
Unificação dos tributos
A unificação de impostos é um dos principais pontos debatidos na reforma tributária, visando simplificar o sistema tributário do país. Atualmente, o Brasil tem uma carga tributária complexa e elevada, com diversos tributos federais, estaduais e municipais.
Tudo isso gera burocracia, ineficiência e dificuldades para as empresas e os cidadãos lidarem com suas obrigações fiscais. A proposta de unificação de impostos busca, portanto, reduzir a quantidade de tributos, agrupando-os em um sistema mais simplificado.
O texto vem sendo pensado e elaborado há meses e, caso a reforma seja aprovada, o sistema tributário será mais transparente. Sendo assim, haverá mais eficiência, que facilitará tanto o pagamento das Pessoas Jurídicas (PJ) quanto das Pessoas Físicas (PF).
Quais impostos serão unificados com a reforma tributária?
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O relatório da reforma tributária propõe como principal ponto a criação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). Portanto, ele terá a função de unificar alguns dos principais tributos do país.
Se aprovado, o IBS vai unificar o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Programa de Integração Social (PIS).
Além disso, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é de responsabilidade dos estados, e o Imposto sobre Serviços (ISS), administrado pelos municípios, também serão incorporados à unificação.
Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com
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