A Meta, empresa por trás do Facebook, seguirá o mesmo plano de demissões em massa do Twitter. Segundo o The Wall Street Journal, a previsão é de que o layoff (redução de pessoal) comandado por Zuckerberg seja o maior da indústria da tecnologia nos últimos meses.
Notícia triste no Facebook: Meta fará milhares perderem dinheiro
Saiba quais serão os cortes feitos na Meta e entenda o motivo de a empresa ter perdido dinheiro no ano de 2022.
Desse modo, rumores indicam que a Meta já notificou mais de 87 mil funcionários e solicitou que cancelassem qualquer viagem marcada para a próxima semana. Contudo, não há confirmação de quantos funcionários serão afetados por essa ação.
Quais os impactos dessa decisão?
Primeiramente, de acordo com os relatos de fontes à publicação norte-americana, espera-se que ocorram cortes de milhares de vagas a partir de quarta-feira (9). Caso os cortes de fato aconteçam, essa será a primeira demissão em massa da companhia desde que ela foi fundada, há 18 anos.
Vale destacar que, ainda que o corte seja menor se comparado ao do Twitter, existem especulações de que a Meta superará qualquer histórico em número absoluto. O Twitter cortou cerca de metade da equipe desde a compra por Elon Musk.
Pronunciamento da Meta
O The Wall Street Journal procurou a Meta. Entretanto, a empresa de tecnologia se recusou a comentar esses rumores e apenas reiterou o posicionamento de Mark Zuckerberg, que declarou recentemente que os planos da companhia estavam “focados em investimentos para poucas áreas com alta prioridade de crescimento”.
No mês de outubro, o próprio CEO admitiu que até o final de 2023 a equipe pode diminuir. Logo, com as movimentações e reestruturações que já ocorreram nas últimas semanas, a empresa já estava mudando direcionamentos e indicando a possibilidade de cortes maiores.
“Sendo realista, é provável que existe muita gente na empresa que não deveria estar aqui”, afirmou Zuckerberg aos funcionários no mês de junho.
Mudanças na empresa
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+311 mil seguidores
A empresa contratou mais de 27 mil funcionários entre 2020 e 2021, além de 14.344 nos primeiros meses deste ano. Em contrapartida, a Meta passou por perdas diante do mercado e viu suas ações perderem 70% do valor de 2022.
Vale destacar, ainda, que a companhia lida com o crescimento do rival TikTok e as novas normas de privacidade da Apple. Além disso, de acordo com a publicação norte-americana, há outro problema: o aumento de gastos, que reduziram 98% do fluxo de caixa livre no último trimestre de 2022.
Parte desses gastos deve-se aos investimentos para desenvolver a plataforma Reels (que exibe vídeos curtos no Instagram) e a Reality Labs, divisão responsável por criar acessórios dedicados ao metaverso.
Imagem: rafapress/shutterstock.com
