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Nova identidade permite entrada em 8 países sem passaporte; veja quais

Nova Carteira de Identidade Nacional já pode ser usada para entrar em oito países da América do Sul sem passaporte.

Bruna MachadoPor Bruna Machado5 min de leitura
Identidade

A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) está ganhando cada vez mais importância na rotina dos brasileiros. Além de substituir gradualmente o antigo RG, o documento agora também pode facilitar viagens internacionais.

Brasileiros já podem utilizar a nova identidade para entrar em oito países da América do Sul sem a necessidade de apresentar passaporte. A medida reforça a integração regional promovida pelo Mercosul e por acordos firmados entre países sul-americanos, tornando as viagens mais simples e acessíveis.

Para quem pretende fazer turismo nos próximos meses, entender as regras e saber quais destinos aceitam o documento pode evitar contratempos durante o embarque.

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O que é a nova Carteira de Identidade Nacional?

Imagem: Reprodução/Seu Crédito Digital

A Carteira de Identidade Nacional foi criada pelo governo federal para unificar a identificação dos brasileiros.

O novo documento utiliza o CPF como número único de registro, substituindo o modelo antigo de RG, que permitia que uma mesma pessoa tivesse diferentes números de identidade em estados distintos.

A proposta busca reduzir fraudes, aumentar a segurança dos cadastros públicos e simplificar o acesso a serviços governamentais.

Além disso, a CIN possui elementos modernos de autenticação, QR Code para validação eletrônica e integração com bases nacionais de dados.

Quais países aceitam a nova identidade?

A CIN já pode ser utilizada para entrada em oito países da América do Sul sem a necessidade de passaporte.

Os destinos são:

  • Argentina;
  • Bolívia;
  • Chile;
  • Colômbia;
  • Equador;
  • Paraguai;
  • Peru;
  • Uruguai.

Esses países mantêm acordos de circulação com o Brasil que permitem a entrada de turistas brasileiros apenas com documento oficial de identificação.

Para viagens de turismo de curta duração, o passaporte deixa de ser obrigatório nesses destinos.

Por que esses países dispensam o passaporte?

A facilidade decorre de acordos internacionais firmados entre os países integrantes do Mercosul e nações associadas ao bloco.

Esses tratados foram criados para estimular:

  • A integração regional;
  • O turismo;
  • Os negócios internacionais;
  • O intercâmbio cultural;
  • A circulação de cidadãos sul-americanos.

Na prática, isso reduz burocracias e facilita o deslocamento entre países vizinhos.

A identidade digital substitui o documento físico?

Não.

Apesar da modernização da CIN e da disponibilidade da versão digital por meio de aplicativos oficiais, as autoridades migratórias ainda exigem a apresentação do documento físico.

Por isso, o viajante deve portar a versão impressa da identidade durante toda a viagem.

A recomendação vale tanto para o embarque quanto para eventuais fiscalizações durante a permanência no país visitado.

Documento deve estar em bom estado

Outro ponto importante é a conservação da identidade.

Mesmo sendo válida, uma CIN danificada pode gerar dificuldades durante a conferência dos dados.

Situações que podem causar problemas

As autoridades migratórias recomendam evitar documentos com:

  • Foto desgastada;
  • Rasuras;
  • Quebras ou danos físicos;
  • Informações ilegíveis;
  • Problemas que impeçam a identificação do portador.

Caso a identificação não seja possível, o embarque poderá ser negado.

A nova identidade substitui o RG?

Sim, mas de forma gradual.

A Carteira de Identidade Nacional está sendo emitida em todos os estados brasileiros e substituirá definitivamente o antigo Registro Geral (RG).

O principal diferencial é a adoção do CPF como identificador único nacional.

Benefícios da nova CIN

Entre as principais vantagens estão:

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  • Maior segurança contra fraudes;
  • Integração nacional dos registros;
  • Facilidade na validação de informações;
  • Padronização da identificação em todo o país;
  • Acesso simplificado a serviços públicos.

O governo federal também considera a CIN uma ferramenta importante para ampliar a digitalização dos serviços públicos.

Como solicitar a nova identidade?

A emissão da CIN ocorre nos órgãos de identificação de cada estado.

Na maioria dos casos, o cidadão precisa apresentar:

  • CPF;
  • Certidão de nascimento ou casamento;
  • Documento de identificação anterior, quando disponível.

A primeira via é gratuita em todo o território nacional.

Os agendamentos geralmente podem ser realizados pelos portais estaduais de atendimento ao cidadão.

Quando o passaporte continua obrigatório?

A dispensa do passaporte vale apenas para países que possuem acordos específicos com o Brasil.

Para viagens a outros destinos internacionais, o documento continua sendo obrigatório.

Exemplos de países que exigem passaporte

Entre eles estão:

  • Estados Unidos;
  • Canadá;
  • Portugal;
  • Espanha;
  • França;
  • Reino Unido;
  • Japão;
  • Austrália.

Além do passaporte, cada país pode exigir visto, seguro viagem, comprovantes financeiros e outros documentos.

Vale a pena emitir a nova identidade?

RG
Imagem: Edição/ Seu Crédito Digital

Para quem ainda utiliza o antigo RG, a emissão da CIN pode trazer vantagens importantes.

Além de servir como documento oficial em todo o Brasil, a nova identidade facilita viagens dentro da América do Sul e oferece mais segurança na validação dos dados pessoais.

Com a expansão gradual de sua utilização, a tendência é que a Carteira de Identidade Nacional se torne o principal documento de identificação dos brasileiros nos próximos anos.

Para quem planeja viajar para países vizinhos, a novidade representa mais praticidade, menos burocracia e a possibilidade de embarcar sem a necessidade de emitir um passaporte.

INFORMAÇÕES ATUALIZADAS 2026:

Bruna Machado

Autor

Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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