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Novo Minha Casa, Minha Vida é sancionado por Lula: veja o que muda no programa

Nesta quinta-feira (13), o presidente Lula sancionou o novo Minha Casa, Minha Vida com algumas mudanças no texto inicial. Confira!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Mulher com a mão no queixo e expressão de dúvida, ao lado tem o logo do programa Minha Casa, Minha Vida.

Nesta quinta-feira (13), o presidente Lula sancionou a lei que prevê as reformulações no novo Minha Casa, Minha Vida durante cerimônia que teve presença do Ministro das Cidades, Jader Filho. A sanção do Projeto de Lei recria a política do MCMV.

No entanto, o programa vem com algumas alterações em relação a sua formulação original. Adequando-se à realidade dos trabalhadores brasileiros, o Governo Federal aumentou alguns subsídios e faixas de participação.

Em junho deste ano, o projeto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados com algumas alterações. O Senado também aprovou o texto e, agora, Lula sancionou a Lei. Para entender melhor as mudanças do novo Minha Casa, Minha Vida continue a leitura!

Volta do Minha Casa, Minha Vida

O programa existia desde 2009, com criação durante mandato de Lula. No entanto, em 2020, o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, deu fim ao programa, substituindo-o pelo Casa Verde e Amarela – com finalidade habitacional para pessoas de baixa renda, também.

No entanto, agora, em 2023, Lula decidiu relançar o novo Minha Casa, Minha Vida uma versão reformulada do programa de 2009. Agora, a faixa de renda foi ampliada, e mais pessoas poderão se beneficiar com a casa própria.

A partir de agora, famílias com renda mensal de até R$ 8 mil em áreas urbanas, e de R$96 mil anuais para áreas rurais poderão solicitar a participação no programa MCMV. Assim, poderão adquirir unidades construídas pelo Governo Federal ou com financiamento.

Veja algumas outras mudanças com o novo Minha Casa, Minha Vida

Além da mudança das faixas de renda, os benefícios se estenderam também para os subsídios possíveis em cada uma das faixas! Ou seja, agora uma porcentagem maior poderá ficar a cargo do governo, principalmente para as famílias da Faixa 1, que recebem até 2 salários mínimos.

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Por fim, o valor dos imóveis também teve ampliação, a depender da faixa em que o solicitante se encontre, como, por exemplo:

  • Faixa 1: até R$ 170 mil;
  • Faixa 2: financiado até R$ 264 mil;
  • Faixa 3: financiado até R$ 350 mil.

Imagem: Roman Samborskyi / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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