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Novo presidente do IBGE polemizou com críticas ao Pix e aumento do Imposto de Renda; veja

Novo presidente do IBGE também é a favor da "exploração especial" e é próximo de Lula. Saiba mais sobre quem assume a chefia do Instituto!

Mateus VasconcellosPor Mateus Vasconcellos2 min de leitura
Recenseador com colete do IBGE segurando dispositivo de coleta de informações do Censo

Paulo Pimenta (PT), ministro da Secretaria de Comunicação (SECOM), informou na última quarta-feira, 26 de julho de 2023, que Marcio Pochmann assumirá o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, a escolha do novo presidente do IBGE já causou polêmica.

O que não é à toa, afinal Pochmann, uma figura próxima de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já teve posições fortes sobre diversos temas delicados. Mais recentemente, o economista teceu críticas ao Pix e sugeriu uma reformulação na questão tributária.

Então, é válido conhecer quem é o novo presidente do IBGE. Ademais, também é importante entender um pouco sobre seus posicionamentos, especialmente relacionados à questão tributária e, até mesmo, “exploração espacial”.

O novo presidente do IBGE

Marcio Pochmann é professor da Universidade de Campinas (Unicamp), sendo conhecido por ser de uma corrente da Economia que faz parte da escola heterodoxa. Além disso, Pochmann é famoso por sua ligação com o Partido dos Trabalhadores e de Lula.

Nesse sentido, o novo presidente do IBGE também já atuou à frente Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), ao longo do segundo mandato de Lula e primeiro de Dilma Rousseff. Contudo, durante esse período, ele recebeu críticas por conceberem sua gestão como “intervencionista”.  

Polêmicas de Marcio Pochmann

Além de sua atuação no IPEA, o novo presidente do IBGE também foi gerador de debate por criticar o Pix e o Banco Central, em sua conta oficial de Twitter. Na postagem na rede, ele elencou a modalidade “como mais um passo na via neocolonial”. 

Pochmann também já defendeu a divisão do Imposto de Renda em 12 classes, sendo que, nesses moldes, deve existir uma alíquota de 60% para quem tem renda mensal superior a R$ 50 mil. Neste formato, o economista ainda argumentou em favor da cobrança de 1% sobre grandes fortunas.

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Além disso, o novo chefe do IBGE também salientou sobre a relevância de o Brasil investir na “exploração do espaço”. Diante da ideia, ele argumenta que o país deveria ter sua própria tecnologia de internet, parando de depender de empresas estrangeiras.

Por tudo isso, a indicação do novo presidente do IBGE gerou resistência do Ministério do Desenvolvimento. Por fim, vale destacar que seu nome também não é “bem visto”, especialmente entre economistas mais ortodoxos.

Imagem: rafapress/shutterstock.com

Mateus Vasconcellos

Autor

Mateus Vasconcellos

Formado em jornalismo, atuou como redator e roteirista desde 2017.

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