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NOVO RG: mudanças inéditas no documento são aprovadas pelo Governo! Veja

Mudanças no novo RG: padrão aprovado por Bolsonaro é deixado para trás e agrada diversas minorias. Clique e saiba mais!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Imagem focando nas mãos de uma pessoa que segura seu celular. Nele, a versão digital do Novo RG está aberto.

O Novo RG terá mudança inédita obrigatória! Implementada em 2022, a nova versão do documento de identidade deve ser aderida até novembro deste ano.

No entanto, duas novas alterações foram aprovadas: a primeira será a da unificação do campo “nome”, sem distinção entre o nome social e o do registro civil. A outra mudança será a do campo “sexo”.

Esses dois campos já não existiam na outra versão do documento, mas estavam inclusos na versão do documento aprovada pela última gestão.

Por que o novo RG teve essas mudanças?

As solicitações para retirada destes dois campos foram feitas pelo Ministério dos Direitos Humanos, a fim de deixar o documento mais inclusivo para a comunidade LGBTQIAP+.

O governo atual chegou, inclusive, a criar um grupo de trabalho para a discussão dessa nova medida e os benefícios desta alteração para a comunidade.

Vale lembrar que o modelo que havia sido imposto pelo ex-presidente Bolsonaro (2019-2022) recebeu críticas tanto do Ministério Público Federal, quanto das entidades LGBTQIAP+.

O que terá no novo documento?

O novo RG está em emissão, por enquanto, em apenas 12 estados, mas terá substituição total em todos os estados até o dia 6 de novembro deste ano. Dessa forma, a grande mudança é que, ao invés de ter um número próprio, constará apenas o número de CPF para identificação.

Isso porque, atualmente, um cidadão pode ter até 27 RGs diferentes, de acordo com cada estado da Federação. Entretanto, com a nova identidade, o padrão adotado será o CPF. Veja informações que o Novo RG terá:

  • CPF;
  • Data de nascimento;
  • Nacionalidade ou naturalidade;
  • Assinatura do titular (opcional para analfabetos ou pessoas com deficiência);
  • Nome da mãe e do pai (quando houver);
  • Órgão expedidor, local e emissão;
  • QR Code para validação eletrônica;
  • Informações sobre tipo sanguíneo;
  • Informações sobre doação de órgãos.

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É obrigatório emitir o novo RG?

Os órgão expedidores serão obrigados a adotar a Carteira de Identidade Nacional (CIN), ou o novo RG, como padrão de emissão. A ideia é ampliar a segurança e eficácia na identificação de todo cidadão.

Entretanto, a atual versão do documento será válida até 28 de fevereiro de 2032. Assim, os brasileiros poderão, de maneira natural, migrar para o novo documento. Por fim, pessoas com 60 anos ou mais podem optar por mudarem ou não o documento.

Imagem: Arvstd / Freepik.com – Edição: Seu Crédito Digital

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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