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Nubank, Inter e Stone estão fora do open banking; entenda o porquê

Open Banking é motivo de impasse entre bancos e fintechs. Nubank, Stone e Inter ainda não definiram se irão aderir.

Ana Roberta de OliveiraPor Ana Roberta de Oliveira2 min de leitura
Montagem de um homem de terno ao fundo tocando na palavra open banking no ar

Mais uma batalha entre bancos e fintechs se inicia, e o motivo é simples: Open Banking. Novidade do Banco Central que permite que clientes compartilhem seus dados com outros bancos, possibilitando assim, que uma instituição financeira sem relacionamento com o usuário tenha acesso a vida bancária dele, que pode viabilizar concessão de crédito e melhores taxas.

No entanto, para que essa mudança ocorra, é necessário alterações sistêmicas, que os bancos são obrigados a investir. Já para as fintechs, a adesão é facultativa e não sofrem tecnicamente com as mudanças.

Mesmo sem a obrigatoriedade, algumas fintechs como Neon e Mercado Pago, optaram por aderir, posição que usuário e bancos também esperavam da maior fintech brasileira, a NuBank.

Questionada, a Nubank informou que ainda este mês iniciará com transferências e pagamentos via pix por outros ambientes, porém esse procedimento faz parte da etapa 3, que é exigida também para as fintechs. A instituição não informou se irá aderir à etapa 2, que ainda é opcional.

O banco Inter não respondeu aos questionamentos. Já a Stone, informou que está aproveitando a desobrigatoriedade para focar toda sua equipe de tecnologia para outras mudanças como a dos recebíveis, que está demandando tempo e esforços do time.

Principais vantagens do Open Banking para o consumidor

O Open Banking veio para minimizar a barreira de entrada em outra instituição, permitindo que o cliente escolha qual é a melhor condição para cada serviço financeiro. Conheça as principais vantagens do Open Banking para o consumidor.

  1. As instituições vão correr atrás de ter você como cliente;
  2. Você pode escolher a melhor taxa para seu serviço sem estar preso na construção de relacionamento;
  3. Agora o consumidor pode ter vários serviços em instituições diferentes, ainda que não tenha conta aberta naquela instituição;
  4. A portabilidade de financiamento se torna facilitada;
  5. As instituições se veem obrigadas a oferecer a melhor tarifa, pois agora o cliente não está mais amarrado a elas.

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Imagem: atk work / shutterstock.com

Ana Roberta de Oliveira

Autor

Ana Roberta de Oliveira

Roberta Oliveira é estudante de Jornalismo e encantada pelo universo financeiro. Possui cursos de Redator Hacker e Ninja SEO. Focada em buscar novidades econômicas para o leitor, atua como supervisora de redação no Seu Crédito Digital.

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