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Quais são as vantagens e desvantagens de ser um sócio do Nubank?

Confira mais sobre os principais pontos do programa da fintech.

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É oficial! O Nubank anunciou que vai fazer o seu IPO e disponibilizar BDRs na Bolsa de Valores do Brasil. Mas não é apenas isso. A fintech também quer realizar algo inédito: fazer com que milhões de clientes possam ser seus sócios sem gastar nada por isso. Em suma, se trata do programa NuSócios, que iniciou no dia 09 de novembro de 2021. Mas será que vale a pena virar sócio do Nubank neste modelo? Então, para saber quais são as vantagens e desvantagens de ser um sócio do Nubank, confira a seguir.

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Quais são as vantagens e desvantagens de ser um sócio do Nubank?

Dessa forma, de maneira geral, o Nubank vai permitir a milhões de clientes a possibilidade de se tornarem donos de um pedacinho da fintech. O “pedacinho” do Nubank é, na verdade, algo chamado BDR; ou seja, um certificado que possibilita que você negocie um percentual da ação do Nubank na Bolsa de Valores brasileira (B3) após 1 ano.

Com isso, cada parte representará 1/6 de uma ação ordinária classe A da Nu Holdings, empresa líder do grupo Nubank. O valor será confirmado ao final do IPO. De acordo com o Nubank, “durante os primeiros 12 meses a partir da entrada do Nubank na Bolsa, a fintech cuidará do seu pedacinho enquanto você pode se familiarizar com o mundo dos investimentos para tomar as melhores decisões sobre o que fazer com ele no futuro”.

Mas será que vale a pena ser um “sócio do Nubank”?

Bem, segundo especialistas, a principal vantagem desse tipo de produto é a redução da burocracia. Isso porque o investidor estaria apostando em um ativo internacional sem precisar abrir conta no exterior. Além disso, essa é uma forma de diversificar sua carteira, contendo ativos em moedas estrangeiras.

Já entre as desvantagens, uma das que chamam atenção é que os detentores do BDR não são sócios da empresa. Isso porque, como o BDR é um recebido, o investidor não é considerado sócio e não tem todos os direitos que um acionista teria, como o direito ao voto. Outra questão é que o produto está fora da regra de isenção tributária para vendas de até R$ 20 mil por mês; ou seja, no futuro os “sócios do Nubank” que possuem um BDR vão ter que fazer a declaração de Imposto de Renda.

Por fim, dependendo do seu objetivo, pode sim ou não valer a pena fazer parte do programa. Portanto, para saber mais sobre o tema, leia este artigo criado pela própria fintech.

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Imagem: site do Nubank.

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