Ano passado uma pesquisa do QuintoAndar e do Datafolha divulgou que 27% dos brasileiros pagam aluguel e 3% residem em uma habitação emprestada. Ou seja, a maior parte da população mora em um imóvel próprio, que pode ter sido quitado ou não.
Ótima notícia para quem mora de aluguel e sonha com a casa própria
Mais de 60 milhões de brasileiros moram de aluguel, mas, em breve, poderão realizar o sonho da casa própria. Saiba como.
No entanto, esses 30% que não têm casa própria – um sonho de muitos – representam 60 milhões de pessoas. Esse sonho pode, em breve, ser realizado, pois o Governo Federal relançou o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.
O projeto foi instituído em 2009, mas passou por uma reformulação durante a gestão do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro. Nesse sentido, passou-se a chamar Casa Verde e Amarela e deixou inúmeras obras sem continuidade.
Minha Casa, Minha Vida 2023
Um dos objetivos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é retomar as obras paradas do programa habitacional. O Minha Casa, Minha Vida é dividido em 3 faixas, sendo a primeira uma prioridade do programa.
As faixas são divididas de acordo com a renda bruta mensal da família urbana ou a renda bruta anual da família rural. Na Faixa 1 – que é a prioritária – estão, portanto, as famílias em situação de vulnerabilidade social que recebem até R$ 2.640 por mês (urbanas) ou R$ 31.680 por ano (rurais).
Inscrições Minha Casa, Minha Vida
Famílias da Faixa 1 devem procurar a prefeitura de seu município para acompanhar os trâmites do Minha Casa, Minha Vida. Além disso, a família também pode procurar uma construtora que seja parceira do programa.
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A faixa é estabelecida pelo governo, mas outras exigências podem variar de acordo com o município. As habitações da Faixa 1 terão até 95% de subsídio. O valor máximo para áreas urbanas é de R$ 140 mil, enquanto para as áreas rurais é de R$ 60 mil.
O Governo Federal tem uma lista de pessoas que serão prioridade na faixa em questão. A exemplo disso estão as mulheres que sejam responsáveis pela casa, famílias que tenham idosos, crianças, adolescentes e pessoas com deficiência.
Imagem: Inna Dodor / Shutterstock – Edição: SeuCréditoDigital
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