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Pagamento de importante auxílio é prorrogado por mais 2 anos; saiba mais

O pagamento do auxílio foi prorrogado até 2026, isso significa uma adição de três anos além do inicialmente acordado. Veja mais detalhes!

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Pessoa segurando várias notas de R$ 50

Quase cinco anos após o desastre de Brumadinho (MG), houve um acordo entre as entidades e autoridades responsáveis para ampliar o prazo de pagamento de auxílio às vítimas. Vale lembrar que o rompimento da barragem, ocorrido em 2019, devastou a região e causou centenas de mortes.

Dessa forma, o acordo, firmado no início de 2019, previa a destinação de R$ 8 bilhões para o estado de Minas Gerais. Assim, a quantia tinha como objetivo a reparação dos danos sofridos pela população local e a reestruturação de áreas afetadas. 

No entanto, segundo as recentes deliberações, o pagamento do auxílio foi prorrogado até 2026. Portanto, isso significa uma adição de três anos além do inicialmente acordado. Veja mais detalhes!

Prorrogação do pagamento do auxílio

Diante disso, com a prorrogação do acordo, os recursos continuarão sendo destinados às obras ainda incompletas na região. Além disso, uma parte significativa será voltada ao setor de saúde e educação, tendo como objetivo de amparar a população local que ainda enfrenta as consequências da tragédia.

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É importante ressaltar que, cinco anos após a tragédia, a cidade de Brumadinho ainda luta para se reerguer. Pois, o local, que antes impulsionava o turismo regional com o Inhotim, um dos mais importantes acervos de arte contemporânea do país, ainda tenta se reconstruir frente à devastação. A extensão do pagamento dos auxílios é um passo significativo para a recuperação do município.

Pessoa segurando várias notas de R$ 50
Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

Rompimento da barragem

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Em janeiro de 2019, a barragem de rejeitos da mina Córrego do Feijão administrada pela Vale e localizada em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, se rompeu. Assim, o rompimento liberou cerca de 13 milhões de metros cúbicos de lama contendo resíduos da mineração de ferro. 

Dessa forma, a onda de lama soterrou funcionários da Vale e moradores da área, causando a morte de 270 pessoas. Enfim, a tragédia é considerada uma das maiores de sua natureza no Brasil, tendo como consequência a prisão de alguns responsáveis e a criação de novas leis acerca de barragens no país.

Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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