Ao longo dos últimos anos, o percentual de brasileiros com celular para uso pessoal cresceu no Brasil. Segundo dados da nova edição da Pesquisa por Amostra a Domicílio (PNAD), em 2022, este contingente chegou a 86,5%. O estudo foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta semana.
Entre as cinco regiões do país, o valor é ainda maior em determinados casos. Além disso, na comparação anual entre 2021 e 2022, o acesso cresceu em todas as faixas de idade, desde os 10 anos até acima dos 60.
Em contrapartida, com base nos dados da pesquisa, estima-se que 25 milhões de pessoas não tinham telefone móvel celular para uso pessoal em 2022, o que corresponde a 13,5% da população de 10 anos ou mais.
Celular para uso pessoal
Diante desse cenário, veja como era a realidade do uso do celular para fins pessoais entre as regiões do país.

- Norte: 78,5%;
- Nordeste: 80,5%;
- Centro-Oeste: 91,5%;
- Sudeste: 89,9%;
- Sul: 89,7%.
No recorte por sexo, o uso do aparelho nesse sentido era maior entre as mulheres (88%) do que entre os homens (85%). Vale destacar ainda que, entre os brasileiros com celular, 96,1% tinham acesso à internet por meio do aparelho.
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Falta de acesso ao aparelho
Como exposto anteriormente, as estimativas apontam que cerca de 25 milhões de pessoas não tinham telefone móvel celular para uso pessoal, o que equivale a 13,5% da população acima de 10 anos. Em relação a este público, as características principais são:
- 54,1% eram homens;
- 45,9%, mulheres;
- 34,5% eram pessoas de 60 anos ou mais;
- 20,9% tinham de 10 a 13 anos de idade;
- 78,8% não tinham instrução ou não haviam completado o ensino fundamental.
Imagem: GaudiLab / shutterstock.com
