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PF faz operação contra venda bilionária de ouro clandestino

O ouro clandestino era comercializado internacionalmente em um garimpo ilegal no município de Itaituba, no Pará. Entenda melhor!

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Imagem de pedaços de ouro em uma panela

A Polícia Federal realizou uma operação, nesta quarta-feira (15), contra a venda bilionária de ouro clandestino no Pará. O material era comercializado internacionalmente em um garimpo ilegal no município de Itaituba. A ação teve como alvo 44 pessoas físicas e jurídicas.

O esquema contava com a ação de duas empresas. Por cerca de um ano, a movimentação de uma das companhias foi de R$ 693 milhões com o uso de 2,373 kg de ouro clandestino.

A segunda lucrou aproximadamente R$ 2 bilhões em mais de 4 anos de atuação, com a exportação de 9,635 kg de ouro. As informações são do portal de notícias G1.

Empresas menores cuidavam da venda do ouro clandestino

O esquema bilionário de venda de ouro ilegal das duas principais companhias contava com a atuação de empresas menores. Assim, essas últimas comercializavam o ouro para ambas as empresas com o intuito de omitir o crime.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, houve fraude na emissão de notas fiscais para transparecer legalidade no comércio.

A organização enviava ouro para outros países como Itália, China, Emirados Árabes e Suíça. Ao todo, entre 2020 e 2022, foram fraudados R$ 4 bilhões em notas fiscais de 13 toneladas de ouro.

PF cumpriu operação de busca, apreensão e bloqueio de bens e valores 

Ao todo, a Polícia Federal cumpriu 27 mandados de busca, apreensão e bloqueio de bens e valores no Pará, Amazonas, Roraima, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal.

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Dessa forma, três pessoas suspeitas de envolvimento no esquema de venda de ouro clandestino tiveram a prisão temporária decretada.

De acordo com as informações do G1, a detenção ocorrerá no prazo de cinco dias, devido aos envolvidos possuírem alto poder aquisitivo e de articulação, o que poderia ocasionar na destruição de provas.

Imagem: optimarc/Shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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