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PF investiga candidatos a deputado por compra de votos através de caronas

De acordo com as investigações da Polícia Federal, os candidatos suspeitos davam caronas aos eleitores até o local de votação. Confira!

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Imagem de agentes da Polícia Federal indo em direção a um veículo também da Polícia Federal. Eles carregam coletes e uma repórter vai de encontro a eles

A Polícia Federal investiga candidatos a deputado pela suposta compra de votos através de caronas. A operação ocorreu na manhã desta terça-feira (16), com apoio da Força Tática, do 6º Batalhão da Polícia Militar do Amapá e do Bope. Os crimes se deram durante as eleições de 2022.

Confira mais informações sobre a Operação Preposto e o que a PF descobriu a respeito dos deputados envolvidos na investigação.

Agentes cumpriram mandados de busca e apreensão no Amapá

A Polícia Federal está apurando o transporte ilegal de eleitores durante as eleições de 2022. Ao todo, os agentes cumpriram 16 mandados de busca e apreensão nos municípios de Macapá, Santana e Laranjal do Jari, no Amapá. 

A ação faz parte dos resultados da Operação Maquilagem, que investigava um esquema de compra de votos e a captação de mulheres para preencher as candidaturas femininas. Os suspeitos utilizavam recursos do fundo partidário para oferecer as vantagens. 

PF investiga o transporte ilegal de eleitores durante as eleições de 2022

Os agentes identificaram indícios de um esquema de transporte ilegal de eleitores, além da violação do sigilo de voto. As figuras envolvidas são candidatos a deputado estadual e federal nas eleições para o legislativo de 2022.

De acordo com as investigações, os envolvidos, a maioria servidores públicos, captavam e transportavam os eleitores para a votação. Além disso, os investigados faziam os cidadãos tirarem fotos juntos aos “santinhos”, pequenos panfletos dos políticos, para provarem que os apoiavam.

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A operação apontou um suspeito como responsável pela organização. Conforme as apurações, todas as ações eram passadas a uma figura, que coordenava o plano.

Por fim, a pena pelos crimes de associação criminosa, transporte irregular de eleitores e violação do sigilo do voto pode chegar a até 16 anos de prisão, além do pagamento de multa.

Imagem: Joa Souza / Shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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