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Pix e Drex vão funcionar sem internet, segundo Campos Neto

Descubra as novas possíveis atualizações do Drex e PIX para operações offline. Saiba como o Banco Central busca democratizar as transações.

Avatar de Bruna Machado Bruna Machado · · 2 min de leitura
Mão segurando um celular que mostra logo do Pix. Ao fundo, um notebook ligado sobre uma mesa.

Recentemente, o presidente do Banco Central do Brasil, Campos Neto, trouxe a informação de que os sistemas Drex e PIX poderão ter atualizações em breve. Sendo assim, os usuários poderão usar os serviços mesmo sem acesso à internet.

Em um painel realizado no último dia 17, Campos Neto compartilhou suas perspectivas e revelou o estudo de melhorias para o PIX e Drex. Nesse sentido, o presidente do BC tem uma visão voltada para a democratização financeira.

Portanto, ele busca uma solução que permita o uso do Pix e Drex mesmo em locais sem acesso à internet. Sem dúvidas, hoje a operação online dessas movimentações digitais são limitadas à dependência da internet.

Desafio do Pix e Drex sem internet

Mão segurando um celular que mostra logo do Pix. Ao fundo, um notebook ligado sobre uma mesa.

Imagem: Marciobnws / shutterstock.com

Atento a esse desafio, o Banco Central está investigando a viabilidade de operar o Drex e PIX offline. Sendo assim, ele disse que quando o Pix foi desenvolvido, ele achou que a operação offline seria naturalmente desenvolvida.

Nesse ponto, ele destaca que isso é relativamente simples. Ao comentar sobre o processo, o presidente do BC explica que isso seria uma evolução da prática de andar com dinheiro trocado na carteira. Portanto, ele explica que é possível fazer de forma digital e offline. 

Portanto, para Campos Neto, a ideia é que as pessoas possam ter uma carteira digital em seu celular, em que depositam um dinheiro offline para pagamentos. Mas afinal, como seria a segurança com o Pix e Drex offline?

Biometria como solução de segurança

Ao discutir sobre a segurança dos usuários durante essas transações, Campos Neto também aponta algumas limitações no atual modelo de uso da biometria facial. Porém, afirma que trabalha para aprimorar e desenvolver soluções mais robustas nesse aspecto.

Nesse sentido, ele destaca já estar de olho em ferramentas de biometria mais resistentes a fraudes. Sendo assim, haveria mais segurança das informações e operações financeiras dos usuários, sempre visando ao conforto e facilidade no dia a dia das transações digitais.

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Essa é apenas uma das várias frentes que o BC tem estudado para tornar a experiência financeira cada vez mais digital e segura. Campos Neto finaliza reforçando a importância dessas inovações para a autonomia financeira de todos, independente de onde estejam.

Imagem: Marciobnws / shutterstock.com

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