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Pix sem internet? Entenda a novidade que chegará em breve para os brasileiros

Em um futuro próximo, os usuários do Pix poderão fazer transferências sem precisar de internet. Saiba mais!

Avatar de Andreza Araújo Andreza Araújo · · 2 min de leitura
Imagem de uma pessoa segurando um celular, com o logo do Pix na tela.

O Banco Central (BC) divulgou um documento chamado ‘Relatório de Gestão do Pix’ na última segunda-feira (4). Ele traz análises sobre esse método de transferências em seus primeiros anos, de 2020, no seu lançamento, a 2022.

Entre os assuntos que o relatório aborda, estão aqueles que dizem respeito ao futuro do Pix. Em breve, as transações podem acontecer sem a utilização da internet, por exemplo. Saiba mais sobre a novidade a seguir.

Usuários poderão fazer transferências via Pix sem internet

Desde seu lançamento em novembro de 2020, não é possível realizar transferências via Pix sem ter acesso à internet. Porém, o relatório do BC prevê que, em breve, os usuários não precisem mais estar conectados à rede para utilizar a ferramenta.

Imagem de uma pessoa segurando um celular, com o logo do Pix na tela.
Imagem: Marciobnws / shutterstock.com

A ideia é que isso facilite o pagamento de serviços como pedágios, transporte público, entre outros. Ademais, as chamadas obrigações recorrentes também poderão ser feitas via Pix, a partir de 2024, como conta de luz, planos de saúde e taxas de condomínio.

O documento aborda, ainda, que esse recurso, o Pix Automático, está sendo desenvolvido de forma flexível para atender o maior número possível de usuários. Segundo um trecho do relatório, isso serve “para atender à multiplicidade de negócios em suas diferentes necessidades e para oportunizar que múltiplos agentes possam ofertar a solução aos recebedores, estimulando a competição”.

BC divulga dados sobre o uso da ferramenta

O relatório mostrou algumas informações em relação ao uso do sistema de transferência instantâneo entre os brasileiros. Desde o lançamento do Pix até 2022, por exemplo, 61% das transações foram inferiores a R$ 100. Se consideradas apenas pessoas físicas, 93,1% delas foram abaixo de R$ 200.

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Ademais, em dezembro do ano passado, o volume da transferência de recursos atingiu R$ 1,2 trilhão. No mesmo mês, o maior valor registrado em uma transação via Pix foi de R$ 1,2 bilhão.

Imagem: Marciobnws / shutterstock.com

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