O PL confirmou nesta quarta-feira (15), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro para o cargo de presidente do PL Mulher. Michelle receberá um salário de R$ 33.763.
PL confirma Michelle Bolsonaro como presidente de ala na sigla
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro receberá um salário de R$ 33.763 para atuar no cargo de presidente do PL Mulher.
“A mulher tem um olhar especial. Ela pode estar onde quiser. Ela consegue ser mãe, trabalhar na política e realizar várias atividades”, disse a ex-primeira-dama.
A expectativa é de que Michelle Bolsonaro realize viagens pelo Brasil ao lado de Walter Braga Netto, candidato a vice-presidente em 2022. O objetivo das viagens seria para que ambos preparassem as regiões para o lançamento de candidaturas para prefeituras de municípios em 2024.
Presidente do PL acredita que Michelle Bolsonaro pode ser candidata à presidente
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, acredita que Michelle Bolsonaro pode ser candidata à presidente da República em 2026. Assim, a atuação da ex-primeira dama no partido é vista como um treinamento de Michelle Bolsonaro para uma possível carreira política.
Dessa forma, diante da fala de Valdemar Costa Neto, o senador Flávio Bolsonaro (PJ-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), se posicionou sobre a possível candidatura de Michelle. Segundo o senador, em entrevista ao jornal O Globo, “depende do que vai acontecer lá na frente. Tem muita coisa para acontecer em quatro anos. Michelle tem capital político, vocação, mas não sei se tem vontade”.
Pagamento de salário da ex-primeira dama no PL depende de Alexandre de Moraes
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
O pagamento do salário de Michelle Bolsonaro por parte do PL depende do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Morais. Isso porque o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) bloqueou as contas do partido em novembro do ano passado, para garantir o pagamento de uma multa de R$ 22,9 milhões.
A punição ocorreu após o PL questionar o resultado das eleições presidenciais, e solicitar uma verificação do resultado sem apresentar provas de fraudes.
Imagem: Rovena Rosa/Agência Brasil
