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Plataformas de streaming de música são condenadas e o motivo é chocante; veja

As principais plataformas de streaming de música no Brasil estão sendo condenadas? O motivo é decepcionante para os músicos! Entenda.

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Imagem de um celular mostrando as principais plataformas de streaming de música com um fonte de ouvido ao lado YouTube Music apple music

As principais plataformas de streaming de música no Brasil estão sendo condenadas? A Justiça de São Paulo julgou como culpados os aplicativos que não colocam o nome dos autores das músicas!

Com mais de 5 processos com o mesmo motivo, as plataformas de streaming de música terão que colocar o nome dos autores em todas as músicas. Não apenas dos intérpretes!

Entretanto, as empresas ainda podem recorrer a maioria dos processos. Afinal, elas alegam que a responsabilidade pelos créditos das músicas é de responsabilidade das gravadoras e distribuidoras.

Qual foi o estopim para os processos contra as plataformas de streaming de música?

Tudo começou quando o primeiro baterista da banda Tequila Baby, Didi Gloor, processou o streaming Apple Music. Em sua acusação, alega que a plataforma disponibilizou músicas de sua autoria sem mencionar seu nome.

De acordo com o baterista, nos meios físicos, os autores e compositores sempre foram creditados. Gloor pediu a indenização de R$ 50 mil, alegando que, se não fossem os compositores, nenhuma obra musical existiria.

A Justiça condenou a plataforma de streaming de música a pagar R$ 5.000, sujeito a juros e correção monetária. Em sua defesa, a Apple Music então se comparou a uma loja de CDs, dizendo que é tão injusto processá-la quanto seria processar uma loja pelo que vem escrito no encarte.

Após o episódio, no entanto, a Google Brasil também terá que pagar o mesmo valor em um processo movido pelo músico Luan Fonseca. Segundo ele, a plataforma disponibilizou 68 de suas músicas sem garantir o crédito correto.

Outros desdobramentos do processo

Todas as plataformas de streaming de música envolvidas nos processos da Justiça paulista afirmam que não são responsáveis pelas informações.

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O mesmo aconteceu com a Deezer, que tem mais de 56 milhões de faixas disponíveis. No entanto, terá de pagar R$12 mil de indenização para Thaisa Mendes Cardoso, que possui 13 faixas não creditadas na plataforma.

O Spotify também não fugiu dessa! O músico Vanderlei Camini também processou a plataforma e será indenizado em R$ 20 mil.

Por fim, o último processo contra as plataformas de streaming de música foi contra a Amazon Music, que teve condenação em segunda instância a pagar R$ 26.500 a Paulo Queiroz. O músico possui 53 obras de autoria própria na plataforma, não creditadas a ele.

Imagem: Tada Imagens / shutterstock.com

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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