Uma agência bancária do Banco do Brasil (BB) em São Luís, capital do Maranhão, foi alvo de uma operação da Polícia Civil do estado nesta quarta-feira (12). O motivo é um esquema de corrupção passiva que ocorria no local.
Polícia faz operação contra esquema de corrupção praticado em agência do Banco do Brasil
Uma agência do Banco do Brasil foi alvo de operações nesta quarta-feira (12) em razão de um esquema de corrupção praticado no local. Confira!
As investigações apontaram para um funcionário do banco. Ele então é acusado de fazer cobranças indevidas aos clientes e recebia esses valores com dinheiro em espécie. Além disso, outras pessoas podem estar envolvidas no processo. Saiba mais sobre o caso a seguir.
Agência do Banco do Brasil é alvo de investigações
O esquema de corrupção passiva na agência do BB de São Luís ocorria com a cobrança de valores entre R$ 200 e R$ 2 mil. Dessa forma, pagava-se para que o atendimento aos clientes se agilizasse em relação às operações bancárias envolvendo o pagamento de Requisições de Pequeno Valor (RPV).
As informações são da delegada Katherine Chaves, chefe da Superintendência Estadual de Prevenção e Combate à Corrupção (SECCOR). Um mandado de busca e apreensão aconteceu nesta quarta-feira e então houve o confisco de vários objetos, como aparelhos celulares, documentos, agendas de anotação e um computador. Eles serão devidamente periciados.
O Banco do Brasil afirmou em nota que colabora com as investigações da Polícia Civil, não compactua com práticas ilícitas e que realiza ações coorporativas para fortalecer a ética entre seus funcionários.
Banco do Brasil é multado pelo Procon
Em Minas Gerais, a Procuradoria do Consumidor do Estado (Procon) multou o banco em cerca de R$ 11,3 milhões. O motivo foi a cobrança de serviços sem a permissão do consumidor, além da prestação de informações feitas de maneira inadequada pelo BB.
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Anteriormente, houve a indicação de mais de 1.800 reclamações envolvendo esse tema no período entre junho de 2018 e outubro de 2020 em diversas plataformas de defesa ao consumidor.
O órgão apurou que o banco realizava a cobrança de uma tarifa chamada “adiantamento a depositante”. Ela fere a liberdade de escolha do cliente e o seu dever de informação, já que é imposta a eles através de de cláusula inserida no contrato de adesão de maneira unilateral.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com
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