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Possível equipe econômica de Lula é criticada por Ciro Nogueira

Confira a crítica de Ciro Nogueira à equipe econômica de Lula, e saiba quais nomes farão parte dessa área no novo governo.

VictóriaPor Victória2 min de leitura
imagem do senador Ciro Nogueira

Ciro Nogueira, ministro da Casa Civil, criticou o possível arranjo em que Fernando Haddad e Pérsio Arida ficam com os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, respectivamente. Portanto, em um tom irônico, o senador licenciado apelidou a dobradinha de “ferida” e chamou de “contraditório”. 

Assim, a equipe econômica de Lula será composta por Nelson Barbosa, Guilherme Mello, André Lara Resende e Pérsio Arida. 

O que disse o senador Ciro Nogueira?

Este foi o posicionamento de Ciro Nogueira em sua página no Twitter.

Equipe econômica participou do Plano Real

Arida e Lara Resende estão historicamente ligados ao PSDB e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Entretanto, ambos mantiveram conversas ao longo da campanha de 2022 como conselheiro informal de Geraldo Alckmin (PSB), futuro vice-presidente. 

Assim, na década de 80, ambos apresentaram um estudo defendendo uma reforma monetária para lutar contra a inflação no país. Depois de anos, essa teoria foi colocada em prática e recebeu o nome de “proposta Larida”, a junção dos dois nomes. 

Dessa forma, a proposta consistia em criar uma nova moeda que fosse como uma âncora cambial para fazer com que a economia ficasse estável e a inflação caísse.

Logo, uma moeda virtual para a transição do Cruzado para o Real surgiu, a Unidade de Referência de Valor (URV). Essa estratégia deteve o descontrole dos preços e criou o Plano Real. Agora, em 2022, tanto Arida quanto Lara Resende integram a equipe econômica do futuro governo Lula. 

Ministério da Fazenda

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Primeiramente, além de Fernando Haddad, outro nome cotado pelo futuro governo, para fazer parte do Ministério da Fazenda, é o do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. 

Para o senador Jaques Wagner (PT-BA), articulador político escolhido por Lula, a definição de um nome para o cargo faria com que as negociações da PEC fossem mais fáceis. Contudo, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, criticou essa declaração:

“Está faltando articulação política no Senado. Por isso, que eu acho que nós travamos na PEC, a forma como foi iniciado o processo, sem falar ou sem formatar uma base mais forte de governo. Não é falta de ministro”, afirmou Gleisi, na última quinta-feira (24).

Imagem: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Autor

Victória

Graduanda em Letras - Português/Inglês pela Universidade Federal de São Paulo, redatora apaixonada por escrita e comunicação.

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