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Preço da cesta básica caiu em mais de 10 capitais; confira

O preço da cesta básica tem consumido mais da metade do salário mínimo dos brasileiros. Veja como está agora!

Avatar de Rafaela Medolago Rafaela Medolago · · 2 min de leitura
Cesta de compras com alimentos de uma cesta básica em cima de uma nota fiscal enrolada sobre fundo amarelo

De acordo com o levantamento realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), o preço da cesta básica caiu em mais de 10 capitais brasileiras no mês de março. O resultado é apontado pela Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos mensalmente. 

No mês, o preço do item essencial foi reduzido em 13 das 17 localidades retratadas. No período de um ano, contudo, a baixa foi observada em apenas 11. O mesmo vale para os três primeiros meses deste ano. 

O Dieese ainda faz uma relação entre o preço da cesta básica e o salário mínimo em vigência. Hoje, o piso nacional está fixado em R$ 1302. O valor deve mudar a partir do mês de maio para R$ 1320. 

Preço da cesta básica 

Agora, veja os preços da cesta básica em cada uma das capitais analisadas.

  • São Paulo: R$ 782,33;
  • Porto Alegre: R$ 746,12;
  • Florianópolis: R$ 742,23;
  • Rio de Janeiro: R$ 735,62;
  • Campo Grande: R$ 719,15;
  • Vitória: R$ 699,16;
  • Brasília: R$ 693,32;
  • Goiânia: R$ 680,92;
  • Curitiba: R$ 679,76;
  • Belém: R$ 664,54;
  • Belo Horizonte: R$ 654,57;
  • Fortaleza: R$ 647,92;
  • Natal: R$ 615,03;
  • Salvador: R$ 591,40;
  • João Pessoa: R$ 579,57;
  • Recife: R$ 578,73;
  • Aracaju: R$ 546,14. 

Entre fevereiro e março, as maiores reduções foram encontradas em Recife, Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza e João Pessoa. Em contrapartida, os aumentos foram registrados em Porto Alegre, São Paulo, Belém e Curitiba. 

Salário mínimo X Cesta básica 

Com base no preço da cesta básica e no salário mínimo líquido, os brasileiros precisaram destinar 55,47% do rendimento para a compra do item em março. No mesmo período do ano passado, o comprometimento do piso era de 58,57%. 

Segundo o Dieese, isso significa que são necessárias 112 horas e 53 minutos em média de trabalho para que seja possível comprar a cesta básica integral. Em comparação com o mês anterior, o tempo é menor agora. 

Imagem: Maxx-Studio/shutterstock.com

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