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Programa Minha Casa, Minha Vida no RS: governo anuncia suspensão temporária de parcelas

Descubra como suspensão de pagamentos do Minha Casa, Minha Vida pode aliviar famílias atingidas por enchentes no RS. Confira agora!

Famílias no Rio Grande do Sul que financiam imóveis pelo Minha Casa, Minha Vida (MCMV) ou Pró-Cotista, com recursos do FGTS, podem requerer a suspensão das parcelas cobradas.

A saber, o governo adotou esta medida emergencial para aliviar o peso financeiro das famílias atingidas pelas recentes chuvas e enchentes do estado. Entenda mais a seguir.

Como a suspensão das parcelas do Minha Casa, Minha Vida pode ajudar as famílias afetadas pelas enchentes?

Imagem: Reprodução / gov.br

A suspensão temporária das mensalidades dos financiamentos habitacionais do Minha Casa, Minha Vida, por seis meses, proporciona um respiro financeiro crucial para as famílias gaúchas afetadas pelas enchentes.

Além disso, essa medida oferece um alívio psicológico para os afetados, reduzindo o estresse financeiro em um momento já bastante desafiador. Isso pode contribuir significativamente para uma recuperação mais rápida e eficaz, permitindo que as pessoas se concentrem em restabelecer suas vidas e comunidades após o desastre natural.

Quem é elegível para esta suspensão e como solicitar?

Os residentes do Rio Grande do Sul que foram diretamente impactados pelas chuvas e enchentes podem requerer a pausa nas prestações dos financiamentos habitacionais do Minha Casa, Minha Vida.

Para isso, basta entrar em contato pelo número 0800 104 0104 e seguir as instruções para solicitar a suspensão por até seis meses.

Passos para uma reconstrução financeira segura

Diante da pausa nos financiamentos do programa Minha Casa, Minha Vida, é fundamental reavaliar seu orçamento. Esta medida emergencial requer uma reorganização cuidadosa das despesas domésticas para se adequar às novas circunstâncias.

Além disso, priorizar reparos essenciais e concentrar-se na reconstrução das partes mais críticas da residência para evitar problemas maiores no futuro também é crucial. Essas ações podem garantir uma recuperação mais sólida e eficaz após o desastre natural.

Ademais, é importante buscar outras formas de suporte durante este período desafiador. Informe-se sobre as diversas opções de auxílio oferecidas por órgãos públicos e organizações não governamentais (ONGs) em momentos de crise.

No Rio Grande do Sul, as chuvas deixaram um rastro devastador

O balanço atual aponta para mais de 140 vítimas fatais e pelo menos uma centena de pessoas desaparecidas.

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Adicionalmente, os estragos se estendem por 447 municípios, afetando mais de 2 milhões de habitantes. Desde o início da tragédia, equipes de resgate já salvaram 76 mil pessoas e 10,5 mil animais.

Imagem: Doucefleur / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital