A recente aprovação de um reajuste salarial de quase 15% para professores efetivos da rede estadual de Mato Grosso do Sul, tem gerado descontentamento por parte dos profissionais da educação. Isso porque o reajuste se deu em contraste com um de apenas 5% para servidores administrativos.
Promessa de auxílio de R$ 400 não cumprida é alvo de críticas de trabalhadores brasileiros
Profissionais alegam que valor do auxílio de R$ 400 é 4 vezes menor que promessa inicial; Fetems afirma que negociações continuam.
Mas não é apenas isso. Segundo os trabalhadores da educação, a insatisfação cresce ainda mais quando se trata do auxílio-alimentação prometido para os servidores da educação. A seguir, irá entender as negociações em torno do direito trabalhista. Continue lendo!
Promessa de auxílio-alimentação de R$ 400 não foi cumprida

Inicialmente, a proposta de um aumento no auxílio-alimentação para R$ 400 era uma proposta importante para os servidores administrativos que trabalham na linha de frente das escolas, desempenhando funções essenciais, desde secretaria até a cozinha.
No entanto, essa promessa de auxílio de R$ 400, que traria algum alívio financeiro para esses profissionais, deixou de existir antes da finalização das negociações. Ainda, Silvia de Castro, uma das funcionárias do setor, evidenciou a diferença nos percentuais de reajuste entre os professores e o setor administrativo.
Auxílio é 4 vezes menor que o prometido inicialmente
Com isso, a servidora destacou o descontentamento com o valor atual do auxílio, que é de apenas R$ 100. As palavras de uma colega de Silvia, que preferiu permanecer anônima segundo o portal Campo Grande News, argumentam no mesmo sentido.
“Tivemos apenas 5% de aumento em maio, o que não serviu de nada, pois também tivemos um aumento nas contribuições para a Cassems. Nos prometeram R$ 400 de auxílio-alimentação, e recebemos apenas R$ 100″, disse.
Fetems alega que negociações continuam
Apesar do cenário desanimador, há uma esperança de revisão. O presidente da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), Jaime Teixeira, confirmou que, apesar da reviravolta do governo em relação à proposta inicial, novas negociações estão em curso para garantir o pagamento prometido.
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“Estamos trabalhando para que até a semana que vem isso esteja resolvido”, afirmou Teixeira.
Além disso, a Secretaria de Educação do Estado (SED) ainda não se manifestou sobre as razões da retirada da proposta inicial.
Imagem: Leonidas Santana / shutterstock.com
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