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Quais ações podem valorizar com o calor e a Copa do Mundo?

Ao levar em conta a cobertura de 17 casas especializadas e bancos, 10 recomendam a compra das ações. Saiba mais.

Priscilla KinastPor Priscilla Kinast3 min de leitura
Copa 2022

Tempo estimado de leitura: 3 minutos

Neste ano acontece a Copa do Mundo 2022 no Qatar. E diferente das outras edições, o evento vai acontecer no final do ano, por conta do alto calor na região. Assim, esses dois fatores podem fazer com que as ações da Ambev tenham grande valorização.

A Ambev é uma companhia do Brasil, que se dedica à produção de bebidas. Tais como cervejas, sucos, refrigerantes, energéticos, água e chás. De acordo com os especialistas de mercado consultados pelo UOL, o calor e a Copa do Mundo, em novembro, podem acabar com o período de desvalorização das ações da empresa.

De janeiro até junho de 2022, as ações da Ambev tiveram perdas acima de 10% na bolsa de valores. Entretanto, os ativos têm apresentado, uma tendência de alta.

Mesmo com esse ciclo altista, as ações da Ambev ainda precisam de um empurrão para terem maiores altas, conforme o especialista Virgilio Lage. Ele estima que, até o final do ano, uma valorização entre 10% e 20% para os papéis.

Afinal, vale a pena comprar as ações da Ambev?

Ao levar em conta a cobertura de 17 casas especializadas e bancos, 10 recomendam a compra das ações. Enquanto isso, outros 4 têm uma visão neutra. Ademais, existem 3 que recomendam a venda.

Abaixo, confira quais são as recomendações das instituições, através dos seus analistas:

  • Evercore ISI (Robert Ottenstein): compra;
  • Credit Suisse (Marcella Recchia): compra;
  • Itaú BBA (Gustavo Troyano): neutra;
  • Goldman Sachs (Thiago Bortoluci): venda;
  • XP Investimentos (Leonardo Alencar): compra;
  • Banco do Brasil (Mary Silva): compra;
  • Scotiabank (Felipe Ucros): compra;
  • Santander (Alan Alanis): compra;
  • HSBC (Carlos Laboy): compra;
  • JP Morgan (Lucas Ferreira): neutra;
  • Citi (Sergio Matsumoto): compra;
  • Bradesco (Leandro Fontanesi): compra;
  • Bank of America – Merrill Lynch (Isabella Simonato): neutra;
  • Morgan Stanley (Ricardo Alves): venda;
  • BTG Pactual (Thiago Duarte): neutra;
  • Barclays (Benjamin Theurer): compra;
  • UBS (Rodrigo Alcantara): venda.

Apesar de haver uma maior recomendação de investimento nos ativos da Ambev, é importante ressaltar que ainda existem riscos, e o principal é a inflação. Diante de tantas altas dos preços, os consumidores podem cortar bebidas de seus orçamentos.

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Por fim, é importante dizer que a valorização do dólar também precisa ser considerada. É dito isso, pois torna o valor do trigo mais caro. Logo, isso impacta o custo da Ambev – e no valor das ações, consequentemente.

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Imagem: rarrarorro / shutterstock.com

Priscilla Kinast

Autor

Priscilla Kinast

Jornalista, apaixonada pelo mercado financeiro e pelas inovações tecnológicas. Registro Profissional: 0020361/RS

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