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Qual é a taxa que os bancos cobram por transferências Pix?

O Pix foi criado em 2020 pelo Banco Central do Brasil (BC), e, desde então, revolucionou as transações no Brasil. Pois, antes de sua criação, as transferências só eram efetuadas no mesmo momento se o pagador e o recebedor da quantia transferida tivessem a instituição financeira em comum.  Além disso, esses tipos de transações, a […]

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notas de cem e cinquenta reais junto com moedas de um real e um celular exibindo a logo do Pix

O Pix foi criado em 2020 pelo Banco Central do Brasil (BC), e, desde então, revolucionou as transações no Brasil. Pois, antes de sua criação, as transferências só eram efetuadas no mesmo momento se o pagador e o recebedor da quantia transferida tivessem a instituição financeira em comum. 

Além disso, esses tipos de transações, a TED e o DOC, cobram uma taxa. Assim, em pouco tempo, a ferramenta foi conquistando a confiança dos usuários e desde o ano passado, conforme a Associação Brasileira de Bancos (Febraban), é a forma de pagamento mais utilizada. 

O Pix deixa de ser gratuito em 2023?

Um dos motivos do uso em massa do Pix é a sua gratuidade e instantaneidade. No entanto, essa gratuidade é apenas para as pessoas físicas, MEI e Empreendedor individual. Neste caso, vale destacar que o BC já confirmou oficialmente que o Pix de pessoas físicas continua sendo gratuito em 2023. 

Por outro lado, as pessoas jurídicas podem ter uma taxa ao receberem ou ao realizarem transações pelo sistema de transferência. Ademais, o BC determinou que essa pessoa deve, obrigatoriamente, ser alertada sobre a tarifa antes da cobrança.

Tarifa Pix de pessoas jurídicas 

Entretanto, o BC não definiu nenhuma regulamentação acerca do limite que um banco pode cobrar por Pix de pessoas jurídicas. Sendo assim, a taxa varia por instituição, pois, cada uma definiu um limite máximo de cobrança; entenda: 

Tarifas de Pix enviados pela pessoa física

  • Banco do Brasil: 0,99% da quantia do Pix, sendo R$ 10 a tarifa máxima e R$ 1 a tarifa mínima;
  • Banco Santander: 1% da quantia do Pix, sendo R$ 10 a tarifa máxima e R$ 0,50 a tarifa mínima;
  • Itaú Unibanco: 1,45% da quantia do Pix, sendo R$ 9,60 a tarifa máxima e R$ 1,75 a tarifa mínima;
  • Banco Bradesco: 1,40% da quantia do Pix, sendo R$ 9,00 a tarifa máxima e R$ 0,90 a tarifa mínima;
  • Transfeera: a instituição não definiu uma porcentagem, a tarifa varia entre R$ 0,85 e R$ 0,30 de acordo com a quantidade de transferências. 

Tarifas de Pix recebidos pela pessoa física

  • Banco do Brasil: QR Code: 0,99% da quantia recebida via Pix, sendo R$ 140 a tarifa máxima;
  • Banco Bradesco: 1,40% da quantia recebida, a tarifa varia entre R$ 1,65 e R$ 145;
  • Itaú Unibanco: até 1,45% da quantia recebida, a tarifa varia entre R$ 1 e R$ 150;
  • Banco Santander: QR Code estático ou dinâmico: R$ 6,54; QR Code via checkout: 1,4% do valor recebido, sendo R$ 0,95 a tarifa mínma.
  • Transfeera: entre R$ 0,85 e R$ 0,30 segundo a quantidade de transferências. 

Imagem: Divina Epiphania / Shutterstock.com

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