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Quanto tempo o governo demora para desbloquear o pagamento do Bolsa Família?

Após a regularização dos dados do Cadastro Único, os pagamentos do Bolsa Família voltam ao normal. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem de uma pessoa segurando um cartão do Bolsa Família.

Ao longo deste ano, o Governo Federal tem feito uma análise cadastral nos dados do Bolsa Família e imposto novas regras no programa. Diante disso, milhares de benefícios acabaram bloqueados em decorrência de irregularidades em suas inscrições do Cadastro Único.

Assim, as famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica que atendem aos critérios do programa social e tiveram o pagamento suspenso precisaram adotar algumas medidas. A principal delas é a regularização da situação cadastral. 

Para isso, é preciso comparecer presencialmente em alguma das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para atualizar todas as informações da família atendida pelo Bolsa Família. Depois disso, o benefício pode voltar a ser liberado.

Tempo para desbloqueio do Bolsa Família

Após a realização do procedimento para regularizar os dados do Cadastro Único, o governo garante o retorno dos depósitos mensais do Bolsa Família como o habitual. Além disso, os brasileiros afetados podem receber valores retroativos para compensar os meses de suspensão. 

Para isso, não é definido um prazo muito específico. De modo geral, para voltar a receber as quantias, os beneficiários precisam aguardar cerca de 90 dias. A partir de então, os valores dos meses anteriores também serão liberados. 

Critérios do Bolsa Família 

Hoje, o Bolsa Família é destinado às famílias com renda mensal per capita de até R$ 218 devidamente inscritas no Cadastro Único. A atualização dos dados, para evitar o bloqueio, deve ser feita em casos de mudanças ou a cada dois anos. 

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Para manter os pagamentos a cada mês sem interrupções, é preciso se adequar às condicionalidades relacionadas à saúde e à educação que integram o novo desenho do programa social. Veja quais são.

  • Acompanhamento nutricional para crianças menores de sete anos;
  • Acompanhamento pré-natal para gestantes;
  • Carteira de vacinação infantil regular;
  • Frequência escolar satisfatória entre crianças e jovens. 

Imagem: Rafapress / Shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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