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Rendimento médio real dos trabalhadores apresenta alta na comparação anual; veja o valor

Nova pesquisa mostra o valor do rendimento médio real dos trabalhadores brasileiros no último trimestre encerrado em agosto. Confira!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Dois homens e uma mulher, representando trabalhadores da construção civil

De acordo com dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) referente ao trimestre encerrado em agosto, o rendimento real dos trabalhadores registrou aumento de 4,6% na comparação com o mesmo período do ano passado e permaneceu estável em relação ao trimestre anterior. 

É importante dizer que o rendimento real corresponde aos valores recebidos pelos trabalhadores de 14 anos ou mais que se encontram ocupadas no país. Sendo assim, neste último trimestre, o valor chegou a R$ 2.947. 

Ao longo dos últimos anos, os brasileiros registraram a maior quantia em 2020, quando o valor chegou a R$ 3.133. A menor quantia registrou-se logo no ano seguinte, em 2021, com valor de R$ 2.709.

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Rendimento real entre os setores

O levantamento ainda apresenta os resultados do rendimento real dos trabalhadores em relação aos setores de trabalho. Nesse sentido, na comparação com o trimestre encerrado em agosto de 2022, os seguintes aumentos foram registrados:

  • Indústria: 3,8%, ou mais R$ 105;
  • Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas: 4,7%, ou mais R$ 109;
  • Alojamento e alimentação: 14,2%, ou mais R$ 247;
  • Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais: 4,5%, ou mais R$ 176;
  • Serviços domésticos: 5,3%, ou mais R$ 58. 

Em relação ao trimestre anterior deste ano, observou-se uma alta apenas no setor da Indústria. Os demais não apresentaram nenhuma alteração significativa.

Imagem: rafastockbr / shutterstock.com

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Rendimento entre os tipos de ocupação dos trabalhadores

Por fim, no que se refere ao rendimento entre a formalidade e a informalidade, o cenário também se mostrou estável em relação ao trimestre anterior. No entanto, na comparação anual, algumas mudanças foram registradas. Veja:

  • Empregado com carteira de trabalho assinada: 3,0%, ou mais R$ 79;
  • Empregado sem carteira de trabalho assinada: 6,9%, ou mais R$ 128;
  • Trabalhador doméstico: 5,3%, ou mais R$ 58;
  • Empregado no setor público: 4,2%, ou mais R$ 180;
  • Conta própria: 6,8%, ou mais R$ 149.

Imagem: Gorodenkoff / shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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