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Rodovias brasileiras tomam decisão e vão multar motoristas

Atenção, motoristas! Rodovias brasileiras tomam importante decisão que pode render multas. Confira detalhes!

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
rodovias e vários veículos estradas

Atenção, motoristas! Rodovias brasileiras tomam importante decisão que pode render multa aos condutores. Um novo sistema de registro de infração foi colocado nas BRs 364 e 365, em Minas Gerais e Goiás, devendo fazer o registro de maneira automática.

Já neste mês de julho, as rodovias que ligam o Triângulo Mineiro a cidades do estado de Goiás, passam a contar com o novo modelo de fiscalização.

Rodovias ganham fiscalização automática para multar motoristas em MG

Com a nova fiscalização, as rodovias passam a tentar impedir a ação dos condutores considerados “fujões” de pedágios. Ao longo de 437 quilômetros concessionados das BRs 364 e 365, a Ecovias do Cerrado e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) adicionou o sistema automático de registro de multas.

De acordo com o artigo n. 209 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a fuga de pedágios é considerada uma infração grave, que oferece riscos aos usuários e trabalhadores da rodovia. Em registros da ANTT, um único motorista aparece com 268 fugas nas praças da concessionária desde 2020. 

A multa aplicada pela infração é de R$ 195,23, além de cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Entenda o funcionamento do sistema 

A tecnologia dispensa a presença da autoridade policial no local para aplicação da multa. As duas BRs, 364 e 365, são as primeiras em ambos os estados a receber o sistema de fiscalização eletrônica. 

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Ao todo são sete praças de pedágios da concessionária espalhadas no trecho das rodovias. O sistema em questão permite que os dados do veículo infrator sejam repassados diretamente a ANTT, que encaminha a multa ao motorista. Com isso, a fiscalização passa a ser feitas 24 horas por dia. 

O sistema deve também beneficiar o repasse de verbas aos municípios presentes nos trechos das rodovias. As cidades recebem os recursos provenientes do Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza (ISSQN).

Imagem: Nelson Donizeti / shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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