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Roubo de criptomoedas: Descubra como se prevenir de cinco golpes

O roubo de criptomoedas é um problema mundial, que precisa ser combatido.

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A partir da popularização de NFCs e criptomoedas, o roubo digital passa a se tornar um crime possível. A valorização desses ativos, faz com que os mesmos sejam cada vez mais utilizados por estabelecimentos e transações. Dessa forma, bitcoins, ethereums, e demais moedas virtuais são bastante visadas pelos criminosos. Conheça cinco golpes, para saber como se prevenir do roubo de criptomoedas.

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Roubo de criptomoedas: Descubra como se prevenir de cinco golpes

De acordo com o especialista em cibersegurança, Sandro Süffert, o roubo de criptomoedas é um problema mundial. Para auxiliar o investidor, Süffert elencou as formas mais comuns de golpes. Abaixo, confira os cinco mais comuns relacionados ao roubo de criptomoedas, e como se prevenir dos mesmos. 

1 – Phishing, a forma favorita dos golpes

Para Süffert, os ataques de phishing, ou seja, links maliciosos em e-mails, SMS ou mensagens de redes sociais, são a principal forma de roubo de criptomoedas. Assim, os links levam a pessoa para um site falso, e as moedas negociadas, vão para a carteira do cibercriminoso. 

Süffertn aconselha que “antes de clicar em qualquer link, certifique-se da veracidade.”

2 – Perfis falsos

Usa-se muito perfis falsos nos roubos de criptomoedas. Neste golpe, o criminoso finge ser uma pessoa de influência no mundo do dinheiro virtual, com falsas oportunidades. 

Um exemplo de golpe, é o scam de adiantamento. Nesse, a vítima deposita uma quantidade em criptomoedas na carteira do negociador. A partir disso, há a promessa de devolução dobrada do valor. Quando a pessoa se dá conta do golpe, já é tarde demais. 

Em suma, o especialista cita que é importante que o usuário fique atento: qualquer promessa muito boa, deve ser muito bem investigada.

3 – Apps falsos

Outro golpe de roubo de criptomoedas, são os aplicativos de celular falsos. Apesar do Google Play e da App Store estarem constantemente lutando contra a proliferação desses apps maliciosos, os mesmos existem. Süffert afirma que “às vezes, até mesmo um aplicativo com todos os requisitos de legitimidade é usado para desviar recursos”.

A orientação do especialista é baixar aplicativos de lojas oficiais ou até mesmo, da própria fornecedora. Além disso, só deve-se baixar o app se a empresa, bem como o link, são realmente confiáveis.

4 – Malwares específicos

Existem malwares exclusivos para o roubo de criptomoedas. Süffert explica que esses programas podem substituir páginas oficiais usadas no meio das finanças digitais, por versões fake.

Dessa forma, o criminoso coleta os dados do usuário, rouba chaves de carteiras de criptomoedas, bem como muda as chaves para desviar o destino da transação.

O especialista afirma que “eles podem, inclusive, utilizar recursos computacionais do sistema da vítima para minerar criptomoedas sem que ela tenha conhecimento disso.”

5 – Sequestro de dados

Por fim, outra forma comum de roubo de criptomoedas, são os ransomwares. Ou seja, quando o criminoso exige pagamento em troca da devolução de dados sequestrados. E esse resgate pode ter como preço, as criptomoedas da vítima.

Conforme Süffert, a solicitação desse pagamento “é uma estratégia para evitar a rastreabilidade e, por consequência, dificultar a identificação dos promotores dos ciberataques.”

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imagem: Creativa Images / shutterstock.com

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