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Salário mínimo de R$ 1.421: saiba tudo sobre o novo valor

Os ministros Fernando Haddad e Simonet Tebet comentaram sobre o próximo salário mínimo de R$ 1.421; veja os detalhes.

Bruna MachadoPor Bruna Machado2 min de leitura
CLT

Todos os anos, o valor do salário mínimo é atualizado pelo governo, e as previsões indicam que o piso salarial de R$ 2.024 será definido em R$ 1.421. Este valor é uma estimativa porque depende do ‘fechamento’ do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Além do INPC, o Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores ao reajuste também será considerado. Em 2022, o PIB ficou em 2,9%. Para chegar ao valor citado, o cálculo considerou o preço atual do salário mínimo (R$ 1.320).

Portanto, o resultado de R$ 1.421 do salário mínimo do ano que vem é a soma do PIB do ano passado e da expectativa do INPC. Nesse sentido, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, comentaram sobre as expectativas acerca do novo salário mínimo.

Haddad comenta sobre uma “surpresa” acerca do novo piso salarial

O ministro Haddad comentou sobre a proposta orçamentária para o próximo ano. Nesse sentido, ele afirmou que a Receita Federal foi conservadora na projeção das receitas de impostos no projeto do Orçamento de 2024.

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Em sua perspectiva, isso pode gerar uma surpresa positiva mais à frente. Ademais, o ministro da Fazenda também esclareceu que, devido a essa abordagem conservadora, foi necessário antecipar medidas de aumento de receita que estavam programadas para serem anunciadas apenas no ano seguinte.

O que Tebet comenta sobre a carência de receitas

A ministra Tebet destacou que a carência de receitas totalizou R$ 168 bilhões. Dessas receitas, o governo federal destinará um adicional de R$ 124 bilhões, enquanto direcionará o montante restante para as esferas estaduais e municipais.

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Sendo assim, Tebet informou que o governo está em processo de consulta junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). A intenção é avaliar a obrigatoriedade de cumprir os pisos constitucionais ainda no decorrer de 2023. Por fim, ela expressou sua convicção de que essa exigência pode não ser necessária, considerando que tal medida seria praticamente inviável.

A ministra também ressaltou que “o direito não exige o impossível”. Nesse sentido, disse que se fosse necessário aplicar os pisos da educação e da saúde, mesmo que proporcionalmente, neste ano, isso resultaria no fechamento de alguns ministérios.

Imagem: Brenda Rocha – Blossom / shutterstock.com

Bruna Machado

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Bruna Machado

Bruna Cassana é gaúcha, natural de Pelotas, e atua como redatora no Seu Crédito Digital. Curiosa por natureza, está sempre conectada às tendências da web e às principais novidades sobre finanças, benefícios sociais e tecnologia. Com olhar atento às transformações digitais e linguagem acessível, Bruna contribui para informar e orientar leitores em decisões do cotidiano.

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