De acordo com o Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta semana, o Setor de Serviços foi responsável pela maior geração de empregos formais no Brasil no acumulado de janeiro a agosto de 2023. Foram registrados mais de 771 mil postos de trabalho criados neste período, o que representa um crescimento de 1,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Setor de Serviços lidera cenário de empregos formais no país; veja o ranking
O Setor de Serviços foi o que mais apresentou crescimento no saldo de empregos neste ano e também no mês de agosto. Confira!
No período em questão, o saldo total de empregos chega a 1.388.062, menor do que o patamar registrado no mesmo período do ano passado, quando eram 1.901.482. Nesse sentido, vale dizer, que desde 2002, o melhor resultado foi registrado em 2010, com mais de 2,3 milhões.
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Ademais, de julho a agosto, o número de admissões também teve um aumento significativo, saindo de 1.895.236 para 2.099.211, abaixo apenas do resultado obtido em março no intervalo de 12 meses.
Setor de Serviços lidera ranking de saldo de empregos
Agora, veja como ficou o ranking de saldo de empregos entre os setores da economia de janeiro a agosto deste ano:
- Serviços: 771.130;
- Construção: 222.925;
- Indústria: 187.573;
- Agropecuária: 105.422;
- Comércio: 101.032.
Quando são considerados apenas os dados do mês de agosto, sem ajustes, a lista fica da seguinte forma:
- Serviços: 114.439;
- Comércio: 41.843;
- Indústria: 31.086;
- Construção: 28.359;
- Agropecuária: 5.126.
Assim sendo, o setor de Serviços lidera nos dois períodos. E, ainda,, com ampla diferença entre os demais setores.
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Grupos de Serviços
O Novo Caged apresenta, ainda, os dados referentes ao saldo de empregos dentro dos grupos de serviço. Desse modo, as atividades relacionadas à comunicação, setor financeiro, imobiliário e administrativo foram aquelas com o maior destaque no mês de agosto de 2023, com mais de 43 mil.

Em seguida, estão administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais. Por fim, alojamento e alimentação; e transporte, armazenagem e correios.
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