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Shein, Shopee e AliExpress são atacadas em reunião de varejistas com Lula; entenda

As varejistas do país se reuniram com o presidente Lula para discutir sobre a regulamentação das empresas Shein, Shopee e AliExpress. Veja!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Celulares com apps da Shein e Shopee

Na última quarta-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu os representantes do varejo nacional, que atacaram empresas internacionais, como Shein, Shopee e AliExpress. No Palácio do Planalto, ele e os representantes fizeram uma reunião para discutirem a situação do país.

Na ocasião, o presidente afirmou que sua vontade é transformar o Brasil por meio da formação de empregos. Na reunião, também estavam presentes Luiza Trajano, do Magazine Luiza, e membros do Carrefour, Pão de Açúcar, Drogasil, entre outros.

Após a reunião, o ministro da Indústria e vice-presidente do país, Geraldo Alckmin, apontou que é preciso tomar algumas decisões sobre a taxação de empresas varejistas internacionais.

Varejistas criticam plataformas como Shein, Shopee e Aliexpress

De acordo com as informações do Valor Econômico, os empresários reclamaram bastante da competição desleal do varejo nacional, com a concorrência das plataformas internacionais.

O foco da reclamação foram as asiáticas Shein, Shopee e AliExpress. De acordo com os representantes, as empresas estrangeiras não estão pagando os impostos devidos.

Alckmin concordou com eles, deixando claro que a taxação é importante, uma vez que, segundo ele, “a importação de produtos sem pagar imposto chega a R$ 70 bilhões quase” – valor que é correspondente a quase 1% do PIB nacional.

Polêmicas com varejistas internacionais diminuem compras

Após o início de toda a discussão que engloba essas varejistas asiáticas, o setor têxtil já começou a sentir o impacto de vendas. Assim, de acordo com a Vixtra, fintech voltada para o comércio exterior, houve uma queda de 25% no consumo.

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Os dados foram extraídos do Banco Central, levando em consideração dados do final de abril deste ano – em comparação com março. Assim, o volume de transações, que foi de U$ 938 milhões em março, abaixou para US$ 701 milhões.

Por fim, essa queda foi atrelada ao medo dos consumidores receberem uma “taxação extra” após a compra dos produtos. Assim, os preços não estavam mais tão atrativos assim para as 3 varejistas.

Imagem: Sulastri Sulastri e Funstock / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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