Nesta quinta-feira (6), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica autorizou a compra de 50% do Reclame Aqui pela fintech Stone.
Stone recebe aval para comprar 50% do Reclame Aqui
%Resumo% Nesta quinta-feira (6), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica autorizou a compra de 50% do Reclame Aqui pela fintech Stone.
Atualmente, a empresa de serviços de atendimento de reclamações é organizada pela VLP Holding e possui mais de 30 milhões de participantes em sua plataforma, além de 500 mil instituições inscritas no site.
A permissão de compra de parte do Reclame Aqui não teve restrições pela Superintendência Geral (SG). Caso o Tribunal do Cade não solicite o ato de concentração para observação ou não tiver interposição de recurso de outras partes interessadas nos próximos 15 dias, a compra será efetuada.
Essa operação para a VLP Holding é um negócio considerado oportuno para aprimorar a sua empresa e os serviços oferecidos por meio dessa união com a startup.
Estratégia da Stone
A fintech, em nota para o Cade, afirmou que a compra de parte do Reclame Aqui tem o objetivo de expandir os serviços de atendimento para seus usuários, sendo também uma possibilidade para as lojas cadastradas na plataforma de ampliar seu comércio.
De acordo com a Superintendência Geral, o acordo entre o Reclame Aqui e Stone não ocasionará em desvantagens futuras nas esferas concorrenciais.
Sobre o Reclame Aqui
A principal fonte de lucro da plataforma de atendimento de reclamações é através da venda de análises sobre as reivindicações dos clientes para as instituições interessadas.
Por meio desse relatório, as empresas conseguem aprimorar seus serviços e produtos.
O CEO do Reclame Aqui, Edu Neves, informou para o site Brazil Journal que a empresa conseguiu dobrar sua receita mesmo com a pandemia. O EBITDA, índice utilizado para realizar um balanço das operações financeiras de uma instituição, contabilizou um rendimento de mais de R$ 10 milhões.
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+311 mil seguidores
Além disso, o CEO também informou que o site pode ter IPO em breve, porém, a plataforma também deseja explorar outras alternativas no mercado financeiro.
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Imagem: Sharaf Maksumov / Shutterstock.com
