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Lira recebe sugestão de que Auxílio Emergencial se torne retroativo

Em janeiro e fevereiro, cidadãos de todo o país ficaram sem o Auxílio. A proposta é que sejam pagas parcelas referentes a ambos os meses.

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Governadores começaram a reivindicar que o Auxílio Emergencial seja retroativo. O pedido foi feito a Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara dos Deputados, em uma reunião à tarde, na terça-feira (02/03). 

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Na reunião, os governadores de 21 estados e do Distrito Federal compareceram e sugeriram que, se o Auxílio Emergencial voltar, ele deve, pelo menos, ter um pagamento retroativo referente ao período em que os repasses do benefício estiveram suspensos.

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Sugestão de pagamento das parcelas do Auxílio Emergencial referentes a janeiro e fevereiro

De acordo com Wellington Dias (PT), governador do Piauí, como a previsão é de que o Auxílio Emergencial volte a ser pago em março, a proposta é que o governo compense os beneficiários por valores não disponibilizados nos dois primeiros meses de 2021. 

Entretanto, o Executivo ainda não enviou ao Congresso Nacional a Medida Provisória que informa o tempo de duração e o valor a ser pago pelo benefício. A estimativa é que seja um período de 4 meses, com parcelas de R$ 250. Sobre o pedido de liberar parcelas referentes a janeiro e fevereiro, no entanto, não houve manifestação do governo. 

Sem a ajuda do Auxílio Emergencial, população segue sem renda

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Com a piora da COVID-19 no Brasil, muitos cidadãos seguem sem renda devido às medidas de isolamento social. Dias enfatizou que o dinheiro que não foi repassado em janeiro e fevereiro de 2021 é fundamental. Ele também citou que as famílias amparadas pelo programa precisam ter as suas condições mínimas de subsistência garantidas. 

Ainda de acordo com o governador, “a fome não tira férias”, o que faz com que as parcelas de janeiro e fevereiro sejam tão necessárias quanto as demais. 

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

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