Na última quarta-feira (5), e por unanimidade, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a liminar concedida em março pelo ministro Marco Aurélio Mello que suspendia os cortes nos novos benefícios do Bolsa Família, determinados pelo governo federal, enquanto se prolongar o estado de calamidade pública causado pelo coronavírus.

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Paralelamente, também foi mantida a determinação para a União disponibilizar dados explicando a concentração de cortes na Região Nordeste. A decisão estipula que “a liberação de recursos para novas inscrições seja uniforme considerados os estados da federação”.

Na liminar, Marco Aurélio ressaltou que o programa de transferência direta de renda é voltado a famílias de todo o país “de modo a fazer frente a situação de pobreza e vulnerabilidade”. Ainda segundo o ministro, a lei não faz qualquer restrição de Região ou estado.

Para ele, a medida do governo demonstra “comportamento discriminatório da União” e “descalabro”.

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A votação em plenário foi breve, com a concordância dos ministros em manter a decisão. O caso chegou ao Supremo em uma ação conjunta proposta pelos governos da Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.

De acordo com os estados, a não concessão do benefício às famílias implica aumento da demanda social sem justificativa plausível. Ainda de acordo com o processo, dados oficiais mostram que foram destinados à Região Nordeste 3% dos novos benefícios e 75% às Regiões Sul e Sudeste.

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Imagem: Tatiane Silva via shutterstock

Sobre o Autor

Eduardo Mendes

Cofundador

Sou um entusiasta da tecnologia, que também aprecia inovação, empreendedorismo, além de Fintechs e as suas facilidades. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. CoFundador do site Seu Crédito Digital.

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