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Taxa de desocupação registra queda na comparação trimestral, aponta PNAD

Dados da PNAD Contínua divulgada mais recentemente mostram queda na taxa de desocupação entre os brasileiros. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Homem com cabeça apoiada nas mãos em uma mesa com computador.

No trimestre de setembro a novembro de 2023, a taxa de desocupação registrou queda de 0,2 p.p. em relação ao trimestre imediatamente anterior, chegando a 7,5%. Na comparação com o mesmo período do ano de 2022, também houve retração, desta vez de 0,5 p.p. Os dados são da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua).

Diante dessa realidade, o número de brasileiros desocupados no período analisado foi de 8,2 milhões no país. Em contrapartida, o contingente de pessoas ocupadas chegou a aproximadamente 100,5 milhões no trimestre encerrado em novembro.

Nesse sentido, o nível de ocupação, que representa o percentual de pessoas ocupadas entre a população na idade de trabalhar, alcançou 57,4%. Assim sendo, foi possível verificar um avanço de 0,4 p.p. frente ao trimestre anterior.

Taxa de desocupação no Brasil 

A partir da realidade de 8,2 milhões de pessoas que integram a taxa de desocupação no Brasil no trimestre findo em novembro do ano passado, a PNAD aponta para uma estabilidade em comparação com o trimestre imediatamente anterior. No período em questão, eram 8,4 milhões. 

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Ademais, em relação ao mesmo período de 2022, quando havia 8,7 milhões de brasileiros desocupados no país, foi possível perceber uma queda de 6,2%, o que corresponde a uma redução de 539 mil pessoas. 

Homem com cabeça apoiada nas mãos em uma mesa com computador.
Arts Illustrated Studios / shutterstock.com

Categoria do emprego no trimestre 

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A PNAD apresenta a realidade do trabalho também no que se refere à categoria do emprego no período analisado. Sendo assim, no trimestre encerrado em dezembro, as informações foram as seguintes:

  • Empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada: 37,7 milhões de pessoas;
  • Empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada: 13,4 milhões de pessoas;
  • Trabalhadores por conta própria: 25,6 milhões de pessoas;
  • Trabalhadores domésticos: 5,9 milhões de pessoas;
  • Empregados no setor público: 12,2 milhões de pessoas;
  • Empregadores: 4,2 milhões de pessoas. 

Sob esta perspectiva, o principal destaque veio do grupo de Empregados no setor privado com carteira assinada, que teve crescimento de 1,4%, o que corresponde a 515 mil pessoas em relação ao trimestre anterior.

Arts Illustrated Studios / shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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