O Governo Federal estuda a ideia da criação de uma Política Nacional de Segurança Cibernética. A proposta foi elaborada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e visa melhorar a proteção dos dados governamentais.
Todos os usuários da internet podem ser taxados pelo governo; entenda
Uma nova taxa pode ser cobrada aos usuários de internet, com a criação de uma nova política nacional. Saiba mais!
Para o financiamento do projeto, é prevista a criação de uma taxa a ser paga por todos os usuários de internet no país. O valor seria cobrado no boleto de pagamento do serviço. Saiba mais informações a seguir!
Projeto visa taxação de usuários de internet no país
A criação da Política Nacional de Segurança Cibernética visa criar uma taxa de cibersegurança chamada “TCiber”. O projeto, ainda em estudo, pretende cobrar 1,5% do valor da fatura da internet paga pelos usuários. Quem paga R$ 70 por mês seria taxado em R$ 1,05, por exemplo.
Espera-se arrecadar por volta de R$ 600 milhões em cinco anos. O GSI estima que existem 157,7 milhões de usuários de internet atualmente no Brasil, e a média do quanto as pessoas gastam com o serviço é de R$ 25.
Outra cobrança está prevista no projeto. É a taxação de 10% do registro de domínios de sites, ou seja, o nome do endereço usado para localizar um site na internet. Com o custo médio de R$ 35, aproximadamente R$ 12,6 milhões seriam arrecadados dessa forma.
Membros do GSI que estudam essa proposta dizem que o dinheiro será usado para bancar o funcionamento de uma agência e o pessoal contratado para o funcionamento dessa política nacional.
Quando a taxa será implementada?
O Ministério da Justiça, o da Fazenda, o do Planejamento, o de Ciência e Tecnologia, e o de Gestão já tiveram acesso ao texto, que ainda está em fase de estudo. Para que a medida seja aprovada, deve-se criar um projeto de lei, que ainda precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional.
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Em caso de aprovação, ainda levaria um ano para a instalação da agência após ela entrar em vigor por lei. Portanto, ainda não há previsão de quando a cobrança começará e nem se o projeto será adotado de fato pelo governo.
Confira mais detalhes no nosso vídeo sobre essa polêmica:
Imagem: wavebreakmedia/Shutterstock.com
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