Uma tradicional escola brasileira poderá fechar as portas após falta de pagamento e demissão em massa de seus funcionários. O caso está acontecendo na zona sul da cidade de São Paulo, em uma instituição com mais de 40 anos de história.
Tradicional escola faz demissão em massa e pode fechar as portas na próxima semana
Demissão em massa alcança escola primária tradicional deste estado e os pais e responsáveis se revoltam. Entenda o motivo!
Segundo informações da Folha de S. Paulo, a escola primária Primeiro Passo, localizada no bairro Paraíso, pode parar seu funcionamento na próxima segunda-feira (21). Isso porque 5 de seus 14 colaboradores pediram demissão por falta de salário.
A escola foi adquirida pelo grupo chileno Vitamina, que chegou ao Brasil em 2019. Desde então, tem acumulado alguns problemas após adquirir 37 escolas infantis. Continue a leitura para entender por que a demissão em massa é um ato prejudicial para a instituição.
Entenda o colapso do grupo Vitamina

Ao chegar no Brasil há quatro anos, a ideia do Grupo Vitamina era adquirir mais de 100 escolas, com o suporte do grupo de investimentos Península. No entanto, no ano passado, a empresa da família Diniz se retirou da ação, por problemas na relação entre as duas organizações.
Assim, o que está acontecendo agora com a escola Primeiro Passo, com a demissão em massa, é a repetição de uma história conhecida pelo grupo Vitamina. Em maio deste ano, uma instituição do Brooklin, na mesma região de São Paulo, passou pela mesma situação.
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Repercussão da demissão em massa
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Os trabalhadores da unidade do bairro Paraíso optaram pela demissão em massa, uma vez que estavam com seus salários atrasados. A diretora da escola declarou, também, que valores como o FGTS e o vale-transporte também não estavam em dia.
Com isso em vista, a diretora da escola mandou um comunicado aos pais dos alunos, avisando sobre sua demissão, “por não compactuar com tudo o que está acontecendo”. A escola cancelou, também, ambas as reuniões de pais que aconteceriam na quinta (17) e no sábado (19).
Os pais e responsáveis pelos alunos já estão tomando as providências e retirando as crianças da escola. Eles também não descartam a possibilidade de acionar o Ministério Público e reivindicar as providências.
Imagem: Lee Charlie/Shutterstock.com
