Na última quinta-feira (19), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou a ação de Bolsonaro contra Lula e Alckmin. A decisão foi tomada por unanimidade em relação à primeira ação movida pelo ex-presidente contra o rival petista.
TSE rejeita ação de Bolsonaro e define futuro de Lula; saiba mais
Ação de Bolsonaro contra Lula e Alckmin é rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Siga na leitura para entender a situação.
De acordo com a corte, não houve abuso por parte de Lula e Alckmin durante as campanhas eleitorais de 2022. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre a situação e a ação rejeitada.
TSE rejeita ação de Bolsonaro contra Lula e Alckmin

Para o Tribunal, o atual presidente e seu vice, que na época do ocorrido eram candidatos aos seus atuais cargos, não cometeram abuso na contratação de anúncios feitos no Google durante as campanhas eleitorais.
A ação de Bolsonaro contra os rivais tratava de supostas irregularidades referentes aos gastos com o impulsionamento das propagandas de Lula e Alckmin no buscador. Nesse sentido, o processo do ex-presidente Jair Bolsonaro afirma ter existido a divulgação do anúncio que tentava “encobrir e dissimular a verdade dos fatos”.
Segundo apontado pela defesa de Bolsonaro, o atual presidente e seu vice teriam cometido o chamado uso mercantil dos algoritmos do site buscador Google, com o intuito de limitar os alcance dos resultados a pesquisas feitas sobre corrupção envolvendo os nomes dos candidatos.
Saiba mais sobre o processo movido contra Lula e Alckmin por Bolsonaro
A ação de Bolsonaro contra destaca ainda que, ao procurar no Google “Lula condenação”, “Lula corrupção PT” ou “Lula Sérgio Moro”, os conteúdos que apareciam no topo da busca eram positivos e produzidos pelo PT. Porém, segundo o relator da ação, o ministro Benedito Gonçalves, parte do material já havia sido avaliado pelo TSE e nenhuma prática abusiva havia sido destacada.
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“A premissa é que as ferramentas tecnológicas de pesquisa e priorização de conteúdos foram oferecidos pela empresa em iguais condições a todas as campanhas, e dela fizeram uso tanto os investigados quanto os investigadores, sempre com propósito de dar destaque a conteúdos eleitorais”, disse Benedito Gonçalves.
O ministro completou sua fala afirmando que menos de 10% dos usuários teriam recebido o anúncio e em 91% das vezes que o material foi recebido, teria sido ignorado.
Imagem: ettore chiereguini / shutterstock.com
