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URGENTE: novo marco fiscal é aprovado em comissão no senado; saiba o que muda

Texto que trata sobre o novo marco fiscal defendido pelo governo Lula teve parecer favorável com algumas mudanças. Confira!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem de cédulas de dinheiro de diversos valores e espalhadas. No centro está escrito: Arcabouço Fiscal

Nesta quarta-feira (21), a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal aprovou o texto acerca da nova regra fiscal. A proposta substitui o teto de gastos e é uma das principais medidas para a área econômica defendida pelo governo Lula (PT). Agora, a matéria segue para o plenário da Casa.

Vale ressaltar que o texto passou por alterações durante a análise da comissão. Por isso, precisará retornar para a Câmara dos Deputados para nova votação. As mudanças se referem ao Fundeb e ao Fundo Constitucional do Distrito Federal. 

A nova regra fiscal tem como objetivo estabilizar as contas públicas e o crescimento econômico do país. Para isso, o texto determina uma meta, baseada nos dados do PIB (Produto Interno Bruto) que deve ditar o uso dos recursos por parte do governo. 

Mudanças na regra fiscal no Senado 

As mudanças no texto da regra fiscal realizadas pela comissão do Senado Federal determinam que Fundeb e o Fundo Constitucional do Distrito Federal podem crescer acima da regra de um ano para o outro.

O Fundo Constitucional é voltado ao investimento em áreas, como segurança, educação e saúde no Distrito Federal. Segundo parlamentares e o governador Ibaneis Rocha (MDB) do DF, a limitação das despesas do fundo ao arcabouço poderia gerar grandes perdas financeiras. 

Sobre o Fundeb, foi ampliada a retirada de limite de despesas para a ciência, inovação e tecnologia. No texto base, já ficavam de fora da regra as instituições vinculadas ao Ministério da Educação, universidades federais, dentre outros relacionados ao setor.

Objetivos da nova regra fiscal

Caso a nova regra fiscal seja aprovada e implementada, o Governo Federal espera:

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  • Zerar o déficit público da União no próximo ano;
  • Alcançar um superávit de 0,5% do PIB em 2025;
  • Conseguir um superávit de 1% do PIB em 2026;
  • Estabilizar a dívida pública da União em 2026. 

O teto de gastos a ser substituído pela nova regra estava em vigência desde 2016 e limitava os gastos públicos à inflação do ano anterior.

Imagem: Fred Cardoso / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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