Recentemente, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias (PT), anunciou que foram identificados pela Controladoria-Geral da União (CGU) pagamentos indevidos no valor de R$ 3,8 bilhões do Auxílio Brasil. Assim, foram 820.908 benefícios liberados a famílias que não se enquadravam no principal requisito do programa, que é a renda familiar.
URGENTE: Novos bloqueios do Bolsa Família confirmados por ministro
Mais de 2 milhões de beneficiários do Bolsa Família já foram bloqueados e o pente-fino deve continuar até dezembro de 2023. Confira!
Diante disso, desde março deste ano a pasta está realizando bloqueios no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), de modo que 2,7 milhões de beneficiários do Bolsa Família já foram bloqueados. O pente-fino no cadastro deve continuar até dezembro de 2023, com o intuito de excluir as pessoas que estão recebendo o benefício de forma irregular.
Bloqueios no Bolsa Família
De acordo com Dias, a Controladoria-Geral da União recomendou que seja feita uma reavaliação da situação das famílias que ingressaram no programa social durante a vigência do Auxílio Brasil, entre 2021 e fevereiro de 2023. Das 90 milhões de pessoas inscritas no CadÚnico, 21 milhões recebem o Bolsa Família.
Dessa forma, o chefe da pasta afirmou que o governo está comprometido em tornar o Bolsa Família justo, fazendo que ele volte a seu verdadeiro propósito, que é combater a pobreza, levar dignidade e oportunidade a quem precisa e tirar o Brasil do Mapa da Fome.
O que fazer em caso de bloqueio no Bolsa Família
Caso o beneficiário tenha sido bloqueado no Bolsa Família, será preciso se dirigir até o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) mais próximo para efetuar a atualização do cadastro. Isso deve ser feito em até 60 dias após o bloqueio, se não, o beneficiário será cortado da CadÚnico e não terá mais direito aos programas sociais do governo federal.
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Dependendo do nível de irregularidade do cadastro e da fila de espera para atendimento, após a atualização, o desbloqueio pode levar entre 15 e 45 dias, de modo que será possível receber as parcelas retroativas ao período em que o benefício estava bloqueado.
Imagem: rafapress / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
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