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Uso da Poupança para quitar despesas atinge o menor patamar desde 2015

Os índices de sondagem divulgados pelo FGV Ibre apontam para menor uso do dinheiro da Poupança pelos brasileiros. Veja!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem de uma mão colocando moedas em um cofre no formato de porco

Segundo os indicadores da confiança dos consumidores do FGV Ibre, a situação financeira das famílias segue em recuperação, com base nos dados do último mês de setembro. Nesse sentido, o uso dos recursos da Caderneta de Poupança para quitar despesas chegou ao seu menor patamar desde junho de 2015. 

Ou seja, os brasileiros têm precisado recorrer menos às reservas que ficam guardadas no meio de investimento. Não à toa, a confiança dos consumidores de rendas mais baixas registrou avanço de 3,4. Geralmente, é justamente este público que ainda conta com aplicações na Poupança.

Vale ressaltar que as famílias com rendas menores que se enquadram dentro da análise da pesquisa são aquelas com renda de até R$ 4,6 mil. De modo geral, a confiança dos consumidores permaneceu estável no último mês. 

Saldo da Poupança em setembro

Imagem de uma mão colocando moedas em um cofre no formato de porco
Imagem: Natthapol Siridech / Shutterstock.com

Com base no relatório da Poupança divulgado pelo Banco Central, até o final do mês de setembro, o saldo da Caderneta estava em R$ 962,028 bilhões, com rendimento acima da casa dos R$ 5 bilhões para o período. 

Ainda assim, os brasileiros têm retirado mais dinheiro do que depositado nos últimos meses. Em setembro, os depósitos realizados pelos brasileiros chegaram a R$ 229,681 bilhões, enquanto o montante de retiradas alcançou R$ 240,822 bilhões. 

Rentabilidade mais baixa 

Diante das possibilidades de investimento em Renda Fixa que existem atualmente, a Poupança apresenta uma rentabilidade mais baixa aos investidores. Ainda assim, é vista como principal meio para muitos brasileiros, que se apegam à facilidade e à segurança da aplicação.

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Com uma taxa básica de juros a 12,75%, em alto patamar, o rendimento da caderneta é de 0,5% ao mês mais a variação da Taxa Referencial. A regra é baseada na movimentação da Taxa Selic, e vale para todas as instituições financeiras que disponibilizam a modalidade.

Imagem: Natthapol Siridech / Shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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