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Vai ter taxa! Compras na Shein, Shopee e outras lojas internacionais agora terão impostos; confira

Após polêmicas com os impostos de compras internacionais na Shein e Shopee, estados finalmente decidiram a alíquota da taxa do ICMS. Veja!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
Celulares com aplicativos de varejistas internacionais abertos na tela, entre eles está os e-commerces descontos da Shein, AliExpress e Shopee, respectivamente.

Após polêmicas com os impostos de compras internacionais na Shein, Shopee e outras lojas, estados finalmente decidiram a alíquota da taxa do ICMS. Na última quinta-feira (22), os governos estaduais decidiram fixar o percentual em 17%.

Assim, ficou decidido que essa alíquota estadual será cobrada junto à alíquota da Receita Federal, com o imposto de importação (que atualmente está em 60%). A ideia é que esse imposto seja integrado no próximo mês.

Então, se você quer aproveitar taxas baixas para as compras internacionais, o momento é agora. A partir do final de julho, você poderá enfrentar até 77% de imposto sobre o preço do produto.

Qual é o objetivo da taxa?

Tema de discussão no Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), a ideia tem como objetivo garantir que o “Canal Verde” criado pelo estilo seja efetivo. Essa iniciativa é para liberar mais rapidamente as mercadorias na alfândega.

Os estados já tinham decidido o percentual da taxa no dia 30 de maio, mas sua oficialização aconteceu apenas nesta quinta-feira (22). A partir de agora, então, o próximo passo será a aplicação da taxa nas compras provenientes de varejistas internacionais.

Assim, com essa nova taxa, o mercado interno tem condições de competir com os preços das mercadorias importadas, deixando o sistema tributário mais equilibrado.

Empresas internacionais como Shein e Shopee se comprometem

Após todas as polêmicas envolvendo a taxação das importações, as empresas buscaram se comprometer no relacionamento com as autoridades brasileiras.

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A Shein, por exemplo, maior varejista chinesa que importa para o país atualmente, comprometeu-se a fabricar seus produtos em território brasileiro. Isso vai gerar um investimento de US$ 150 milhões no país, para a adequação de fábricas e o modelo de produção da empresa.

Isso pode baratear o preço dos produtos. Além disso, quem gosta de comprar os produtos da marca não vai precisar de pagar as taxas de importação.

Imagem: Sulastri Sulastri, sdx15 e BigTunaOnline / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Amanda Sampaio

Autor

Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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